Entretenimento
Publicado em 27/01/2026, às 09h47 Foto: Reprodução/Instagram Fernanda Montanha
A criadora de conteúdo Andressa Urach voltou a chamar atenção ao insistir na divulgação de um vídeo íntimo que, segundo ela, teria sido gravado com o próprio filho, Arthur Urach.
Mesmo diante da forte repercussão negativa, a influenciadora tem buscado alternativas para contornar as restrições impostas pelas plataformas tradicionais de conteúdo adulto.
O tema ganhou ainda mais força nas redes sociais nos últimos dias, com debates acalorados e questionamentos sobre os limites desse tipo de publicação. A polêmica ultrapassou o campo do entretenimento e passou a levantar discussões sobre ética, regras digitais e responsabilidade, ampliando o alcance do caso, como conta o BNews.
Diante das barreiras encontradas em sites já consolidados, Andressa decidiu investir em um projeto próprio. A ex Miss Bumbum lançou a plataforma Andressa Urach Videos, criada com a proposta de permitir materiais que não são aceitos em outras ferramentas do segmento adulto.
O anúncio oficial foi feito nesta segunda feira, por meio do perfil da influenciadora no X, antigo Twitter. Na publicação, ela afirmou ter dado um passo ousado ao criar um espaço independente para seus conteúdos.
Segundo Andressa, a iniciativa surge como resposta ao desgaste causado por regras que, na visão dela, limitam a liberdade criativa, argumento que tem repetido em entrevistas e postagens.
Além disso, a plataforma foi lançada com promoções para os primeiros usuários. A criadora destacou que o novo site não seguirá os mesmos critérios adotados por concorrentes, o que gerou ainda mais comentários e críticas online.
Embora a prática mencionada não seja enquadrada como crime pela legislação brasileira, o tema do incesto provoca rejeição social e pode resultar em sanções nas plataformas digitais. Serviços amplamente utilizados por criadores de conteúdo adulto possuem regras rígidas sobre o assunto.
O Privacy, por exemplo, divulgou um comunicado reforçando que valoriza a liberdade de publicação, mas exige o cumprimento integral dos termos de uso. A empresa deixou claro que as normas se aplicam a todos os usuários, sem exceções, o que pode resultar em banimento em casos de descumprimento.
O OnlyFans também possui diretrizes específicas que proíbem conteúdos que envolvam incesto, além de outras práticas consideradas ilegais ou inadequadas. A política da plataforma é clara ao vetar qualquer material que apresente ou facilite esse tipo de relação.
A Close Fans segue a mesma linha. Suas diretrizes proíbem conteúdos que façam referência a incesto, violência, falta de consentimento, uso de drogas ilícitas e outras práticas consideradas sensíveis ou ofensivas.
Com a repercussão, o caso passou a ser discutido não apenas entre fãs e críticos de Andressa Urach, mas também por especialistas em direito digital e comportamento online.
A criação de uma plataforma própria reacendeu o debate sobre até onde vai a liberdade de expressão na internet, especialmente quando confrontada com normas de convivência social e políticas privadas de uso.
Enquanto isso, a influenciadora segue promovendo o novo projeto e reforçando que pretende manter sua estratégia, mesmo diante das críticas e possíveis consequências.
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