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Cheiro forte e falta de estrutura: foliões criticam banheiros no Ibirapuera

Foliões reclamam de banheiros químicos sujos e cheiros fortes durante os blocos de Carnaval em São Paulo, especialmente no Ibirapuera.  |  Foto: Reprodução/Unsplash

Publicado em 16/02/2026, às 17h00   Foto: Reprodução/Unsplash   Fernanda Montanha

Foliões que participaram dos blocos de Carnaval nesta segunda feira, 16, em São Paulo relataram dificuldades para utilizar banheiros químicos instalados nas ruas. As queixas apontam estruturas sujas, com odor intenso e, em alguns casos, impossíveis de usar.

Na região do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul da capital, parte dos equipamentos já teria atingido o limite de armazenamento. Alguns sanitários estariam com a capacidade máxima de urina, espalhando cheiro forte por vários metros, segundo apuração.

O parque recebeu nesta segunda o Bloco da Pabllo, que costuma reunir grande público para acompanhar o trio elétrico comandado por Pabllo Vittar. O volume de pessoas pode ter contribuído para a rápida saturação das estruturas.

Com a lotação do evento, muitos foliões relataram dificuldade para encontrar unidades em condições adequadas. O odor, conforme descrito por frequentadores, podia ser percebido mesmo à distância.

Foto: Reprodução/Unsplash

Problemas também no Sambódromo

As ocorrências não se limitaram aos blocos de rua. No Sambódromo do Anhembi, onde acontecem os desfiles oficiais, também houve registros de falhas na infraestrutura sanitária.

Na sexta feira (13), o banheiro feminino de um dos camarotes apresentou alagamento, conforme relatos. Já no sábado (14), outro sanitário do espaço teve infiltração e goteiras, atribuídas a problemas no encanamento do piso superior.

Os episódios reforçam que as falhas ocorreram em diferentes pontos da programação carnavalesca. Tanto nos blocos de rua quanto em áreas fechadas houve registros de banheiros com problemas estruturais, afetando o conforto dos participantes.

Ruas usadas como alternativa

No centro da cidade, a situação também chamou atenção. Com número considerado insuficiente de banheiros químicos, algumas vias acabaram sendo utilizadas como sanitários improvisados.

Tapumes e paredes foram transformados em mictórios a céu aberto durante os dias de folia. No sábado, imagens mostraram foliões urinando em muros e nas estruturas que cercam a Praça da República, segundo o G1.

Mesmo com policiais posicionados a poucos metros, os atos continuaram. A falta de estrutura adequada contribuiu para que espaços públicos fossem usados de forma irregular, ampliando os problemas sanitários ao longo do Carnaval na capital paulista.

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