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Café com leite e pão: Daniel Vorcaro terá cardápio comum na prisão; veja

Banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi levado para presídio no interior paulista e deve seguir a mesma rotina dos demais detentos  |  Foto: Reprodução/Polícia Federal.

Publicado em 05/03/2026, às 21h04   Foto: Reprodução/Polícia Federal.   Bianca Novais

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou a cumprir prisão em um presídio do interior de São Paulo após decisão da Justiça. No local, ele deverá seguir as mesmas regras aplicadas aos demais detentos, incluindo a alimentação padrão oferecida pela unidade prisional.

Segundo o g1, Vorcaro foi encaminhado ao sistema penitenciário após ser preso em uma fase recente das investigações conduzidas pela Polícia Federal. No presídio, a rotina inclui horários definidos para refeições, banho de sol e demais atividades previstas no regime de detenção.

Alimentação igual à dos demais presos

Entre as regras impostas ao banqueiro está a alimentação fornecida pela própria administração da unidade. O cardápio segue o padrão servido a todos os internos, sem diferenciação.

Isso significa que Vorcaro receberá as refeições distribuídas regularmente aos detentos, preparadas pela estrutura do presídio e servidas nos horários estabelecidos pelo sistema prisional.

Foto: Divulgação/Banco Master.

Rotina dentro da unidade

Além da alimentação padronizada, o cotidiano no presídio também inclui outras regras que se aplicam a todos os presos. Entre elas estão os horários de banho de sol, momentos de recolhimento nas celas e procedimentos de segurança adotados pela administração penitenciária.

Operação e acusações

De acordo com a Polícia Federal, a nova etapa apura a possível prática de crimes como ameaça, corrupção,lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, atribuídos a uma organização criminosa.

A medida foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sua primeira decisão como relator do caso. Além das prisões, foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões, para interromper a movimentação de ativos ligados ao grupo investigado.

Também foram alvos da operação o coordenador de segurança Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.

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