Polícia
Publicado em 24/04/2026, às 08h04 Reprodução/ Redes Sociais Bernardo Rego
A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, acusada de ser a autora do disparo que matou a ajudante geral Tawanna Salmázio, de 31 anos, na Zona Leste de São Paulo, no dia 3 de abril. A decisão da Justiça aconteceu na quarta-feira (22).
De acordo com a decisão, a policial está proibida de portar arma, se aproximar de testemunhas e da família da vítima. Ela também não pode deixar a comarca sem autorização. As medidas foram autorizadas pelo juiz Antônio Carlos Ponte de Souza, que apontou existência de prova do crime e indícios suficientes de autoria.
Relembre o crime
As gravações indicam que Thawanna caminhava ao lado do marido, Luciano Gonçalves dos Santos, quando o braço dele encostou no retrovisor de uma viatura. O episódio deu início a uma discussão com os policiais militares. Em cerca de 36 segundos, a situação evoluiu: a soldado desceu do veículo, discutiu com a moradora e efetuou o disparo.
Logo após o tiro, o próprio colega de farda questiona a ação da policial, também em áudio captado pela câmera. Thawanna chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Ela deixou cinco filhos e completaria 32 anos poucos dias depois. O caso está sob investigação do Ministério Público de São Paulo.
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