Polícia
Publicado em 13/02/2026, às 12h28 Foto: divulgação/Agência SP Ana Caroline Alves
A Polícia Civil de São Paulo desmontou um laboratório clandestino de drogas instalado em uma chácara às margens da rodovia Assis Chateaubriand, no bairro Aeroporto, em Presidente Prudente, no interior paulista.
A ação ocorreu na quinta-feira (12) e resultou na prisão em flagrante de duas mulheres, de 20 e 42 anos, apontadas como responsáveis pelo local. Ao todo, foram apreendidos cerca de 12 quilos de entorpecentes, além de armas, dinheiro e equipamentos usados no tráfico.
A investigação foi conduzida por agentes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), que já monitoravam a suspeita mais velha após o recebimento de uma denúncia anônima, as informações são da Agência SP.
Durante o trabalho investigativo, os policiais descobriram que uma das mulheres viajaria até o estado do Mato Grosso do Sul para adquirir mais drogas. Diante disso, equipes montaram uma campana e realizaram a abordagem da suspeita em uma praça de pedágio.
No veículo, os agentes encontraram uma bolsa térmica contendo três pacotes de maconha prensada, pacotes de haxixe e porções de maconha do tipo flor. Parte estava escondida dentro de um urso de pelúcia, numa tentativa de despistar a fiscalização.
Após a abordagem, a mulher foi conduzida até a chácara alvo do mandado judicial, onde a segunda suspeita foi encontrada.
No local, a Polícia Civil identificou uma estrutura considerada sofisticada para o cultivo e preparo da chamada “maconha gourmet”, droga de maior valor no mercado ilegal.
A chácara contava com estufas, equipamentos de iluminação, sistemas de ventilação e materiais voltados ao refino, armazenamento e embalagem dos entorpecentes.
Além da maconha, foram apreendidas porções de cocaína e drogas sintéticas. Os policiais também encontraram insumos químicos, fertilizantes, balanças de precisão, embalagens, etiquetas, ferramentas, câmeras de monitoramento, rádio transmissor, máquina de cartão, cadernos com anotações do tráfico, um tablet e 13 celulares.
A perícia técnica foi acionada e as duas mulheres foram encaminhadas à 2ª Dise, onde permanecem presas à disposição da Justiça. O caso foi registrado como tráfico de drogas, associação para o tráfico e cumprimento de mandado de busca e apreensão.
Caso Juliana reacende alerta: veja riscos e sinais de piscina mal tratada
Governo libera R$ 75 milhões para modernização urbana em Guarulhos