Polícia
Publicado em 12/05/2026, às 08h14 Divulgação Bernardo Rego
A Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), realiza a Operação Quina nesta terça-feira (12) para cumprir mandados de prisão temporária, busca e apreensão e medidas patrimoniais expedidos pela Justiça na investigação sobre crimes de extorsão qualificada e associação criminosa armada.
Quatro policiais foram presos sob a acusação de exigir R$ 1 milhão de um homem para não forjar um mandado de prisão em flagrante por tráfico de drogas. A Justiça determinou ainda o bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos policiais envolvidos.
As diligências ocorreram em endereços residenciais e unidades policiais, com apreensão de aparelhos eletrônicos, documentos e outros materiais que serão analisados pela investigação.
Segundo as investigações, os policiais conduziram o homem para a Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (DISE) de Carapicuíba, na Grande de São Paulo, sem qualquer justificativa legal. Ele só foi liberado após um parente entregar R$ 303 mil em espécie aos agentes em uma padaria na cidade de Barueri na Região Metropolitana de São Paulo. O restante do dinheiro seria pago posteriormente.
Uma outra vítima de extorsão, de acordo com a polícia, teria participado do sequestro da mãe do jogador Robinho.
Em nota, a Corregedoria reafirmou "seu compromisso permanente com a legalidade, a ética, a transparência institucional e o combate rigoroso a quaisquer desvios de conduta funcional".
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