Política

Auxílio-aluguel ajuda mulheres vítimas de violência a recomeçar a vida em São Paulo; saiba mais

Programa do Governo de SP já atendeu quase 4,7 mil mulheres em 584 municípios e se consolida como política essencial de proteção social no estado  |  Foto: Reprodução/Freepik

Publicado em 23/01/2026, às 13h38   Foto: Reprodução/Freepik   Ana Caroline Alves

O auxílio-aluguel voltado a mulheres vítimas de violência doméstica tem se tornado uma ferramenta central para garantir segurança e autonomia em São Paulo.

Apenas em 2025, o Governo do Estado repassou R$ 11,9 milhões para a iniciativa, beneficiando 4.699 mulheres em 584 municípios paulistas. O programa é direcionado a quem precisa deixar o lar por risco à integridade física ou emocional, oferecendo condições para um recomeço longe do agressor.

A ampliação do benefício é resultado da articulação entre prefeituras, CRAS, CREAS e a rede especializada de enfrentamento à violência contra a mulher.

Essa integração permitiu agilizar atendimentos e alcançar cidades que antes não contavam com a política pública, consolidando o auxílio como uma resposta emergencial e eficaz em situações extremas, as informações são do Agência SP.

Rede de proteção e políticas públicas integradas

O auxílio-aluguel faz parte de um conjunto de ações estruturadas pelo Governo de São Paulo desde 2023, alinhadas ao movimento SP Por Todas.

A proposta é ampliar a visibilidade e o acesso às políticas públicas voltadas às mulheres, incluindo a expansão das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) 24 horas, a criação da Cabine Lilás, o uso de tornozeleiras eletrônicas em acusados de violência doméstica e ferramentas digitais de proteção.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social, o benefício garante mais do que moradia temporária: oferece tempo e estabilidade para que as mulheres reorganizem suas vidas.

Divulgação: Agência SP

Histórias de recomeço e impacto social

Relatos de beneficiárias mostram como o auxílio-aluguel pode ser decisivo. Mulheres que vivem sob medida protetiva relatam que o valor mensal possibilita sair de ambientes abusivos e reconstruir a rotina com dignidade.

Para muitas, o atendimento nos CREAS foi o primeiro passo para romper o ciclo de violência e buscar apoio institucional.

Para os próximos meses, o governo trabalha na capacitação contínua das equipes locais e na adesão de novas cidades. A meta é clara: garantir que nenhuma mulher em situação de violência doméstica permaneça em risco por falta de acesso a proteção, acolhimento e condições reais de recomeçar.

Classificação Indicativa: Livre


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