Política

Marcha das Mulheres leva protesto e mobilização à Paulista

A Marcha das Mulheres reúne manifestantes na Avenida Paulista neste domingo (8) com pautas sobre violência, direitos e condições de trabalho  |  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Publicado em 08/03/2026, às 13h24   Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil   Nathalia Quiereguini

Neste domingo, 8 de março, a Avenida Paulista volta a ser palco de mobilização social com a realização da Marcha das Mulheres.

A concentração está prevista para a tarde, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), reunindo movimentos feministas, organizações sociais e coletivos que participam das atividades do Dia Internacional da Mulher.

A expectativa é de que milhares de pessoas participem do ato, que também ocorre em outras cidades brasileiras, segundo informações da revista Veja.

Mais do que marcar a data no calendário, a manifestação busca ampliar o debate sobre direitos, segurança e condições de vida das mulheres.

Manifestantes se reúnem na Avenida Paulista durante a Marcha das Mulheres neste 8 de março, data marcada por atos e mobilizações em defesa de direitos / Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Mobilização no Dia Internacional da Mulher

Realizada em 8 de março, a Marcha das Mulheres integra uma série de atos organizados em diferentes regiões do país durante o Dia Internacional da Mulher.

Movimentos feministas e entidades da sociedade civil convocaram a população para ocupar as ruas com pautas ligadas à igualdade de direitos e ao combate à violência de gênero.

Na capital paulista, a escolha da Avenida Paulista reforça o caráter simbólico do ato. Um dos principais cartões-postais da cidade, o local costuma receber grandes manifestações políticas e sociais ao longo do ano.

Pautas do protesto

Entre as principais reivindicações apresentadas pelos organizadores estão a defesa da vida das mulheres, o fortalecimento de políticas de combate à violência e discussões sobre direitos trabalhistas.

Um dos temas levantados é o debate sobre a escala de trabalho 6x1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa apenas um.

Movimentos sociais afirmam que essa jornada pode impactar diretamente a qualidade de vida, especialmente para mulheres que acumulam trabalho formal e responsabilidades domésticas.

Cenário de preocupação com a violência

A mobilização ocorre em meio a um cenário de preocupação com a violência contra mulheres no estado de São Paulo.

O aumento nos registros de feminicídio, tem intensificado a cobrança por políticas públicas mais eficazes de prevenção e proteção.

Diante desse contexto, manifestações como a Marcha das Mulheres buscam chamar a atenção da sociedade e das autoridades para a necessidade de ampliar medidas de segurança, apoio e assistência às vítimas.

Com cartazes, faixas e palavras de ordem, os participantes pretendem reforçar a visibilidade das demandas do movimento e estimular o debate público sobre igualdade, direitos e proteção às mulheres.

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