Entretenimento
O cenário do entretenimento adulto no Brasil foi novamente sacudido por Andressa Urach.
A modelo, que já acumula faturamentos milionários em plataformas de assinatura, utilizou suas redes sociais para anunciar a liberação do que chamou de "vídeo mais esperado": um material supostamente gravado com seu filho, Arthur Urach, de 20 anos.
A declaração, feita no X (antigo Twitter), rapidamente escalou para um debate que mistura dilemas éticos, regras contratuais e acusações de marketing enganoso.
O grande entrave para a divulgação desse material reside nas normas de conduta de plataformas como a Privacy, de acordo com o NDmais.
Os termos de serviço são explícitos ao proibir conteúdos que façam qualquer alusão ao incesto, sob pena de banimento.
Ao afirmar que "deu um jeitinho" de disponibilizar o vídeo via chat privado, Urach tenta contornar a vigilância dos algoritmos.
A recepção, no entanto, não foi de entusiasmo, mas de revolta. Assinantes da plataforma, que pagam mensalidades entre R$ 200 e R$ 600, denunciam o que chamam de 'estratégia de venda falsa'.
A frustração dos usuários reside no fato de que, mesmo com o alto investimento na assinatura, o conteúdo entregue não corresponderia ao que foi prometido no anúncio.
Relatos de usuários sugerem que o vídeo é uma montagem: o rosto de Arthur apareceria apenas em cortes pontuais, sendo substituído por outros atores no restante das cenas.
Nas redes, o veredito de muitos seguidores é implacável, classificando a ação como um golpe publicitário para inflar o faturamento.
Diante das restrições impostas pelas grandes empresas do setor, Andressa já articula seu próximo passo: a criação de uma plataforma própria.
Segundo a influenciadora, o objetivo é acolher criadores que se sentem limitados pelas regras atuais.
Embora prometa atuar dentro da legalidade brasileira, a iniciativa levanta dúvidas sobre como será a moderação de conteúdos que hoje são barrados por questões éticas e de segurança.
Classificação Indicativa: Livre