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A Netflix estreou em 1º de janeiro o doc-reality "Meu Namorado Coreano", produção que aposta em emoções reais, dilemas afetivos, choques culturais e comentaristas famosos para prender o público desde o primeiro episódio.
O programa acompanha cinco brasileiras que mantêm relacionamentos com homens sul-coreanos e decidem viajar até a capital Seul para descobrir se o amor virtual e intercontinental resiste à convivência presencial.
Segundo informações do site Séries por Elas, as participantes vêm de diferentes regiões do Brasil e vivem fases muito distintas da vida amorosa. Em comum, todas carregam expectativas, inseguranças e a necessidade de respostas que só o encontro físico pode oferecer.
Uma das trajetórias mais sensíveis é a de Camila Kim, de 31 anos. Nascida em Seul e criada em São Paulo, ela retorna à Coreia do Sul pela primeira vez desde a infância. Sua participação vai além do romance: a viagem também representa uma reconexão com suas origens, identidade e passado, tornando sua história uma das mais emocionais da temporada.
Já Katy Dias, de 33 anos, vive a angústia da falta de rótulos. O relacionamento com Jack começou de forma inesperada durante uma viagem de trem para Busan, mas nunca foi oficialmente definido. Ao voltar à Coreia, Katy busca clareza: entender se existe futuro ou se é o momento de encerrar o vínculo.
A narrativa de Luanny Vital, de 26 anos, é marcada por intensidade. Mãe solo, ela mantém um relacionamento descrito como apaixonado, porém instável, com Si Won. Esta não é sua primeira ida à Coreia do Sul, mas pode ser a mais decisiva, ao conciliar maternidade, expectativas emocionais e diferenças culturais.
Para Mariana Tollendal, de 28 anos, a viagem representa um salto no desconhecido. Após uma decepção amorosa, ela conheceu Danny pela internet e conversa com ele diariamente há quatro meses. O detalhe é que eles nunca se viram pessoalmente: o encontro em Seul será o primeiro contato real do casal.
A relação mais estruturada é a de Morena Monaco, de 31 anos. Ela namora Suwoong há quase um ano e o casal já se encontrou no Brasil e na Coreia. Ainda assim, nem mesmo vínculos sólidos escapam das dúvidas quando decisões sobre família, moradia e futuro entram em pauta.
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