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Em dias de calor intenso, muita gente liga o ar-condicionado e ajusta a temperatura para 19 °C ou 20 °C sem pensar duas vezes.
A ideia é simples: quanto mais frio, melhor. Mas esse hábito comum pode gerar desconforto, pesar no bolso e até trazer impactos para a saúde.
Especialistas reforçam que usar o ar-condicionado de forma correta não significa exagerar no frio, e sim buscar equilíbrio entre conforto térmico, eficiência do aparelho e bem-estar.
Segundo matéria do Portal 6, a faixa considerada mais adequada para ambientes fechados fica entre 23 °C e 26 °C.
Nesse intervalo, o ambiente fica agradável, sem aquela sensação de frio excessivo que obriga a pegar um casaco mesmo em pleno verão.
Além disso, o corpo consegue se adaptar melhor à temperatura, evitando o choque térmico quando há a mudança brusca entre o ambiente climatizado e o calor externo.
Temperaturas muito baixas podem provocar ressecamento das vias respiratórias, irritação nos olhos, dores de cabeça e piora de quadros alérgicos.
Em locais onde o ar-condicionado fica ligado por muitas horas, como escritórios e quartos, esses efeitos se tornam ainda mais evidentes.
Por isso, conforto não deve ser confundido com frio extremo.
Outro ponto importante é o gasto de energia. Quanto menor a temperatura escolhida, maior o esforço do aparelho para alcançá-la.
Isso faz o compressor trabalhar mais tempo, elevando o consumo e, consequentemente, a conta de luz no fim do mês.
Ajustar o ar-condicionado dentro da faixa recomendada ajuda a reduzir esse impacto sem abrir mão do conforto.
Modelos com tecnologia Inverter são mais eficientes, pois mantêm a temperatura estável sem ficar ligando e desligando o tempo todo.
Ainda assim, mesmo esses aparelhos precisam de regulagem adequada para entregar bom desempenho.
Filtros limpos, portas e janelas fechadas e um aparelho adequado ao tamanho do ambiente contribuem para um funcionamento mais eficiente.
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