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Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecida nacionalmente como Sandrão, voltou aos holofotes após conceder uma entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, no último domingo (16).
Na conversa, ela relembrou o relacionamento que viveu com Suzane von Richthofen dentro da Penitenciária de Tremembé, relação que voltou à mídia com força após o lançamento da série no Prime Video.
Segundo Sandrão, a aproximação entre elas começou de maneira inesperada, motivada inicialmente pela aparência de Suzane. Elas passaram a conviver mais de perto por conta do bom comportamento, que permitia que as duas jogassem xadrez juntas.
Com o tempo, a amizade se transformou em um namoro. De acordo com Sandra, a relação foi intensa, embora mantida em sigilo por anos, Suzane só teria assumido o romance dentro da prisão em 2014.

Durante a entrevista, Sandrão fez questão de negar que houvesse manipulação emocional por parte de Suzane, como sugerido na dramatização do Prime Video.
Ela afirmou que viveu um relacionamento bom e feliz, apesar das circunstâncias. “Se houve manipulação, eu nunca percebi. O tempo que vivemos juntas foi de felicidade”, disse.
Sandra também revelou que ambas compartilhavam planos para o futuro, caso fossem libertadas. Entre os projetos, estava a ideia de começar uma nova vida em Mogi das Cruzes, onde Sandrão pretendia abrir uma oficina, segundo informações da CNN Brasil.
A história de Sandrão ganhou nova dimensão após sua versão fictícia aparecer na série “Tremembé”, interpretada pela atriz Letícia Rodrigues.
Condenada a 27 anos de prisão em 2003 pelo sequestro e morte de um adolescente de 14 anos, Sandra foi transferida para Tremembé após agredir um agente penitenciário. No presídio, ela chegou a se relacionar com Elize Matsunaga antes de iniciar o namoro com Suzane.
A produção do Prime Video é inspirada nos livros de true crime “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido” e “Suzane: assassina e manipuladora”, os dois escritos pelo jornalista Ullisses Campbell. O autor também assina o roteiro da série ao lado de Vera Egito e outros roteiristas.
A produção mistura relatos reais com dramatização, o que tem provocado debates sobre fidelidade à realidade e exposição dos envolvidos.
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