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Policial Militar é encontrada morta com tiro na cabeça dentro de apartamento em SP

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Policial militar foi achada pelo marido no apartamento; polícia investiga morte suspeita após relatos de possível relação abusiva do casal  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/ Instagram
Nathalia Quiereguini

por Nathalia Quiereguini

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Publicado em 20/02/2026, às 15h27



Uma policial militar foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, na região central de São Paulo, e o caso passou a ser investigado como morte suspeita.

A ocorrência chegou a ser registrada inicialmente como suicídio, mas depoimentos colhidos após o fato levaram a Polícia Civil a aprofundar a apuração das circunstâncias do disparo.

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Gisele Santana, policial militar de 32 anos, morreu após ser encontrada ferida dentro do apartamento onde morava em São Paulo / Foto: Reprodução/ Instagram

Atendimento e primeiros registros

Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi localizada caída no quarto pelo marido, um tenente-coronel da Polícia Militar. Segundo o boletim de ocorrência, havia uma arma próxima ao corpo e sinais de sangramento intenso, segundo informações do G1.

Ela foi socorrida e encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

O registro policial foi posteriormente atualizado para incluir a natureza de morte suspeita. A mudança ocorreu após a coleta de depoimentos e informações sobre a dinâmica do relacionamento do casal.

Depoimento da família

A mãe da vítima afirmou aos investigadores que a filha enfrentava conflitos frequentes dentro de casa. Segundo ela, o relacionamento seria marcado por controle de comportamento e discussões recorrentes.

Ainda conforme o relato, dias antes do ocorrido Gisele teria comunicado a intenção de se separar. A testemunha também mencionou um episódio anterior em que o marido teria enviado uma imagem segurando uma arma durante uma discussão, informação que passou a integrar a linha de apuração.

Versão do marido

O tenente-coronel declarou que o relacionamento havia se desgastado nos últimos meses, após boatos envolvendo colegas de trabalho e crises de ciúmes. Ele afirmou que o casal já dormia em quartos separados.

De acordo com o depoimento, na manhã do ocorrido os dois conversaram sobre a possibilidade de separação.

Em seguida, ele foi ao banheiro e ouviu um barulho. Ao retornar ao quarto, disse ter encontrado a esposa caída.

Próximos passos da investigação

Até o momento não há indiciados. A polícia aguarda laudos periciais para esclarecer a trajetória do disparo, a posição da arma e outros elementos técnicos.

Os investigadores também analisam mensagens, histórico do casal e eventuais registros anteriores para determinar se houve interferência de terceiros ou se a morte ocorreu por ação da própria vítima. O inquérito permanece em andamento.

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