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Tio de Suzane von Richthofen é encontrado morto em SP; saiba possível causa

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O corpo de Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, foi encontrado pela Polícia Militar em sua casa em São Paulo já em estado de decomposição.  |   BNews SP - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Marina Gonçalves

por Marina Gonçalves

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Publicado em 10/01/2026, às 08h52



Na última sexta-feira, dia 9, o tio de Suzane von Richthofen, Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, foi encontrado morto em sua casa, localizada na Rua Baronesa de Bela Vista, no bairro Vila Congonhas, na Zona Sul de São Paulo.

De acordo com informações do portal UOL, um vizinho, que não teve a identidade divulgada, acionou a Polícia Militar após estranhar a ausência de Abdalla Neto nos últimos dias.

Morte suspeita

Na residência, os agentes encontraram o corpo do médico, que vivia sozinho, já em estado de decomposição. Não foram identificados indícios de violência no corpo, e nem sinais de invasão no local.

De acordo com a Polícia Militar, a princípio, tudo indica para uma morte natural. Mesmo assim, o registro foi feito como morte suspeita no 27º DP, no Campo Belo, e o imóvel passará por perícia.

Tutela de Andreas von Richthofen

Ainda de acordo com informações do UOL, após a morte dos pais, Miguel Abdalla Neto foi o responsável legal de Andreas von Richthofen, irmão de Suzane.

Tio materno de Andreas e Suzane, o médico também atuou como inventariante dos bens da família até que o sobrinho fizesse 18 anos.

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Relembre o caso

Suzane von Richthofen se tornou um dos nomes mais conhecidos do Brasil após confessar sua participação no assassinato dos próprios pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002, em um crime que chocou todo o país.

O casal foi assassinado por Daniel Cravinhos, que namorava Suzane na época, e seu irmão, Cristian Cravinhos. O crime aconteceu na casa de Manfred e Marísia, localizada também na Zona Sul de São Paulo.

O julgamento aconteceu em 2006, quando o trio foi condenado pelo júri popular. Suzane teve pena inicial de 39 anos, que acabou sendo reduzida, e está em liberdade desde 2023. Daniel e Cristian receberam penas de 39 anos e seis meses e 38 anos e seis meses respectivamente e, hoje, também cumprem em liberdade.

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