Política
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um novo alerta de chuva forte para o estado de São Paulo nesta quarta-feira (14).
A previsão exige atenção de quem mora ou circula pela capital e por diferentes regiões do interior, especialmente após dias de instabilidade que já provocaram transtornos em vários pontos do estado.
O aviso aponta para a ocorrência de temporais, rajadas de vento e possibilidade de granizo, o que pode impactar a rotina ao longo do dia, principalmente nos períodos de maior instabilidade.
De acordo com o alerta, há previsão de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, volume considerado elevado para um curto intervalo de tempo, segundo a CNN Brasil.
Esse cenário favorece a ocorrência de alagamentos rápidos, sobretudo em áreas com histórico de enchentes, vias de grande circulação e regiões próximas a córregos e rios.
Com o solo já úmido em muitas localidades, novas pancadas intensas aumentam o risco de problemas urbanos, como lentidão no trânsito, bloqueios de ruas e dificuldades no transporte público.
O aviso do INMET inclui a Grande São Paulo, o Vale do Paraíba e regiões como Campinas, Piracicaba, Bauru e áreas próximas e algumas regiões de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.
Nessas localidades, a previsão indica maior instabilidade entre o meio-dia e a noite, período em que as chuvas tendem a ganhar força.
A orientação é acompanhar as atualizações do tempo e evitar deslocamentos desnecessários nos momentos de chuva mais intensa.
Além da chuva, o alerta destaca a possibilidade de ventos entre 60 e 100 km/h. As rajadas podem provocar queda de árvores, galhos e postes, além de danos a estruturas e interrupções no fornecimento de energia elétrica.
Durante temporais, a recomendação é não se abrigar sob árvores, evitar locais com estruturas frágeis e manter distância de fios elétricos.
Dentro de casa, o ideal é desligar aparelhos elétricos da tomada. Na rua, é importante evitar áreas alagadas e nunca tentar atravessar trechos inundados.
Em situações de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).
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