Política
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo ainda tem uma série de entregas a concluir até 31 de dezembro e reforçou que não haverá espaço para desaceleração.
A declaração foi feita durante a primeira reunião ministerial do ano, realizada no Palácio do Planalto, com balanço das ações entre 2023 e 2025. As informações são da Agência Gov.
Segundo Lula, o país saiu de um cenário de desorganização para uma estrutura que voltou a operar. Ele destacou que, embora ainda distante de um cenário ideal, o Brasil avançou significativamente em diversas áreas e deve seguir no mesmo caminho.
O presidente também agradeceu aos ministros que deixam seus cargos e enfatizou a responsabilidade de garantir a continuidade das políticas públicas.
Durante o encontro, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, apresentou um panorama dos principais indicadores. Ele afirmou que o Brasil não apenas melhorou números, mas mudou de trajetória, com crescimento econômico, redução de desigualdades e fortalecimento institucional.
Entre os destaques, está a retirada de 26,5 milhões de pessoas da fome entre 2023 e 2024, além da queda expressiva da pobreza, com 8,7 milhões de brasileiros deixando essa condição. O país também registrou a menor taxa de desemprego da série histórica, de 5,4%, e aumento recorde no rendimento médio do trabalho, que chegou a R$ 3.742.
Na área social, programas ampliaram o alcance: o Farmácia Popular atingiu 27,3 milhões de beneficiados, enquanto o número de cirurgias eletivas cresceu mais de 40% em comparação a 2022.
Já na educação, 66% das crianças foram alfabetizadas na idade certa, e milhões de estudantes passaram a contar com iniciativas como escolas em tempo integral e incentivo financeiro no ensino médio.
O governo também destacou o volume de investimentos. O Novo PAC soma R$ 1,8 trilhão, com execução significativa até o momento e alcance em praticamente todos os municípios do país.
Na habitação, a meta inicial de 2 milhões de moradias foi atingida antes do previsto, e um novo objetivo foi estabelecido.
Outras áreas, como energia, meio ambiente e agricultura, também apresentaram avanços. Houve redução relevante do desmatamento, expansão de programas sociais e crescimento expressivo do crédito rural.
O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, ressaltou que o crescimento do PIB contribuiu para geração de empregos e aumento da renda. Ele também destacou a combinação entre estabilidade fiscal e políticas sociais como base para os resultados.
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