Política

São Paulo concentra quase 300 mil novas vagas de emprego em 12 meses

Foto: Divulgação
São Paulo respondeu por 24% dos empregos formais criados no país entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026  |   BNews SP - Divulgação Foto: Divulgação
Érica Sena

por Érica Sena

[email protected]

Publicado em 06/03/2026, às 11h13



O estado de São Paulo registrou a criação de 286.743 vagas de emprego com carteira assinada entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026. O número representa crescimento de 2% em relação ao mesmo período anterior e corresponde a cerca de 24% de todos os postos de trabalho formais abertos no país nesse intervalo.

Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Novo Caged, sistema do Ministério do Trabalho e Emprego que monitora mensalmente a movimentação do emprego formal no Brasil, como citado pela Agência de Notícias do Governo do Estado de São Paulo.

Salário de admissão em alta

Além do avanço na geração de vagas, o estado também registrou o maior salário médio de admissão desde 2020. Em janeiro de 2026, o valor chegou a R$ 2.702,76. O montante representa aumento de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% na comparação com janeiro do ano passado.

O salário médio de admissão em São Paulo também foi o mais alto do país no período. Em seguida aparecem o Distrito Federal, com média de R$ 2.575,45, o Mato Grosso, com R$ 2.421,85, e o Rio de Janeiro, com R$ 2.409,30.

No Brasil, a média nacional foi de R$ 2.389,50, enquanto a região Sudeste registrou salário médio de R$ 2.551,61 no mesmo período.

Setores que puxaram as contratações

Somente em janeiro, o estado criou 16.451 vagas formais. Os setores que mais contribuíram para o resultado foram a indústria, com 21.528 postos de trabalho, seguida pela construção civil, que abriu 15.934 vagas, e pelo setor de serviços, com saldo positivo de 3.001 empregos.

trabalho
Foto: Divulgação

No mesmo mês, a região Sudeste criou 13.301 vagas formais, enquanto o Brasil registrou saldo de 112.334 novos postos de trabalho com carteira assinada.

O levantamento considera apenas trabalhadores contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com dados informados pelas empresas ao governo federal no momento da contratação.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp