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Publicado em 06/02/2026, às 19h30 Foto: Unsplash. Bianca Novais
O céu de 2026 reserva fenômenos astronômicos que prometem impressionar observadores ao redor do mundo. Entre eles, um eclipse solar anular, um eclipse lunar total e, no ano seguinte, o maior eclipse solar do século, capaz de transformar o dia em noite por longos minutos.
O primeiro evento acontece em 17 de fevereiro de 2026, quando um Eclipse Solar Anular vai formar o chamado “anel de fogo” no céu. Segundo informações do NSC Total, esse será o primeiro eclipse do ano e poderá ser visto integralmente na Antártida e em algumas ilhas do Oceano Índico.
O eclipse solar ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, bloqueando parte da luz solar. No caso do eclipse anular, a Lua está no ponto mais distante da Terra, o chamado apogeu. Por isso, ela não consegue cobrir totalmente o Sol.
O resultado é um círculo luminoso ao redor da Lua, criando o efeito visual que lembra um anel em chamas no céu. Apesar do impacto do fenômeno, o anel de fogo não será visível no Brasil.
A observação parcial do eclipse solar de fevereiro será possível em algumas regiões da América do Sul, especialmente na Argentina e no Chile, além de áreas da chamada África Austral. No território brasileiro, porém, o fenômeno não poderá ser acompanhado.
Já em 2 de agosto de 2027, o mundo vai presenciar um evento ainda mais raro: o maior Eclipse Solar Total do século. Diferentemente do anular, nesse tipo de eclipse a Lua cobre completamente o Sol, fazendo o dia virar noite.
O fenômeno deve durar mais de seis minutos, um tempo muito acima da média, que costuma ser de cerca de dois minutos. Países como Espanha, Marrocos, Egito, Sudão e Arábia Saudita terão visibilidade total. Mais uma vez, o Brasil ficará fora da rota do espetáculo.
Antes disso, 2026 ainda terá um evento muito aguardado: o Eclipse Lunar Total, em 3 de março. Nessa ocasião, a sombra da Terra cobre completamente a Lua, que ganha tons avermelhados ou alaranjados, fenômeno conhecido como Lua de Sangue.
Esse eclipse poderá ser visto em praticamente todo o planeta, com destaque para o Hemisfério Sul e regiões do leste da América do Norte.
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