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Publicado em 25/09/2026, às 08h00 Foto: Reprodução/NOW Andrezza Souza
“Meu Nome é Farah” nasceu de uma produção argentina, mas a versão turca tomou outro caminho. A série foi inspirada em “La Chica que Limpia”, lançada em 2017, e manteve apenas a ideia central da história original.
Segundo Cenk Boğatur, um dos criadores da adaptação turca, a equipe decidiu reconstruir a trama para aproximá-la da realidade do país. A mudança envolveu personagens, conflitos e os temas abordados pela produção.
Na série argentina, a protagonista trabalha com limpeza e acaba envolvida com o mundo do crime. Essa premissa também aparece em “Meu Nome é Farah”.
Na versão turca, porém, Farah é uma médica iraniana que deixa seu país e passa a viver de forma irregular em Istambul. Sem poder exercer a profissão, ela trabalha como faxineira para sustentar o filho, Kerimşah, que enfrenta uma doença rara.
A nova história também passou a abordar questões como imigração, maternidade solo e a experiência de viver como estrangeira. Esses temas foram incorporados pelos roteiristas durante o desenvolvimento da adaptação.
Outra diferença está na relação entre Farah e Tahir, interpretados por Demet Özdemir e Engin Akyürek.
Farah presencia um assassinato e acaba cruzando o caminho de Tahir, que tem ligação com o grupo criminoso responsável pelo crime. A relação entre os dois começa marcada pelo medo e pela ameaça, mas se aproxima ao longo da história.
A distribuidora Calinos Entertainment descreveu a produção turca como uma adaptação com maior destaque para o romance entre os protagonistas.
“Meu Nome é Farah” teve duas temporadas na Turquia. No Brasil, a série está disponível na Netflix, que apresenta a trama como a história de uma médica iraniana que trabalha como faxineira e acaba envolvida com uma família criminosa.
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