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Publicado em 29/01/2026, às 11h06 Foto: Reprodução/Instagram Marcela Guimarães
Envolvida em diversas polêmicas recentes, a criadora de conteúdo adulto Andressa Urach, de 38 anos, abriu o jogo nos últimos dias após sofrer críticas e acusações feitas nas redes sociais envolvendo a gravação de um vídeo sexual com o próprio filho, Arthur, de 20.
Parte dos comentários apontava que Andressa estava praticando incesto de uma forma criminosa.
Em entrevista ao podcast “Em Off”, ela comentou sobre a repercussão do caso e rebateu a alegação de que teria cometido um crime.
Questionada sobre a existência de uma relação sexual entre mãe e filho, ela afirmou: “Existe um vídeo de conteúdo adulto e para assistir teria que acessar a plataforma [Privacy]”.
Em seguida, Andressa explicou que o material gravado deve ser visto como uma atuação profissional. “Eu sou atriz, o Arthur é um ator. Então, são duas pessoas fazendo um conteúdo adulto, como um filme na Netflix”, disse.
A criadora também falou sobre as especulações envolvendo uma suposta ilegalidade na gravação.
Segundo ela, “diante da lei do país, o incesto não é crime”. Ao mesmo tempo, a modelo destacou que condena qualquer forma de abuso e defendeu que situações sem consentimento devem, enfim, parar na Justiça.
“Agora quando é abuso, acredito que deveria existir até prisão perpétua. Se eu tivesse sido abusada pelos meus pais, eu seria a primeira a denunciar”, concluiu ela.
No Brasil, relações sexuais consanguíneas não são estabelecidas como crime.
A prática só passa a ser enquadrada se envolver menores de 14 anos, falta de consentimento, ameaça ou violência, situações que podem caracterizar estupro, estupro de vulnerável ou outros crimes previstos no Código Penal.
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