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A mais recente declaração de Andressa Urach voltou a colocá-la no centro de uma polêmica. Após anunciar que gravou um vídeo íntimo ao lado do próprio filho, Arthur Urach, de 20 anos, a influenciadora e produtora de conteúdo adulto gerou forte reação nas redes sociais.
A informação se espalhou rapidamente, despertando críticas, manifestações de indignação e questionamentos sobre possíveis consequências legais. Segundo a revista Contigo!, o episódio reacendeu um debate sensível sobre moralidade, exposição digital e legislação brasileira na internet.
Do ponto de vista jurídico, especialistas lembram que o Código Penal Brasileiro não tipifica, de forma específica, relações íntimas entre parentes adultos quando há consentimento e ausência de violência. A
inda assim, o tema não é ignorado pelo poder público. Projetos de lei como o PL 603/21 e o PL 4224/21 tramitam no Congresso Nacional com o objetivo de criminalizar o incesto, o que indica uma tentativa de atualizar a legislação diante de debates contemporâneos.
No campo do Direito Civil, porém, já existem restrições: o casamento entre parentes próximos é proibido no Brasil, evidenciando que, mesmo sem previsão penal direta, há limites legais estabelecidos.
A repercussão ganhou força na sexta-feira (2), quando Andressa Urach anunciou na rede social X (antigo Twitter) que o vídeo seria publicado em uma plataforma de conteúdo pago. Conhecida por declarações polêmicas, ela afirmou que “a pior notícia sobre ela é sempre a próxima”.
Ainda segundo a Contigo!, a influenciadora justificou a decisão dizendo atender a pedidos frequentes do público. “Esse é o vídeo que mais me pediram”, escreveu. Em outra publicação, afirmou que só tomou a decisão após reflexão pessoal: “Eu só gravei quando tive certeza de que estava pronta. Tá do jeito que você imaginou - e melhor do que esperava”.
Desde o início de janeiro, Andressa vinha alimentando a curiosidade dos seguidores ao prometer divulgar o que chamou de “bomba do século”.
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