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Publicado em 01/01/2026, às 07h30 Foto: divulgação: Ricardo Stuckert/PR Ana Caroline Alves
Com as eleições presidenciais se aproximando, análises políticas tradicionais dividem espaço com leituras menos convencionais. O Tarô, ferramenta simbólica usada há séculos para reflexão estratégica, tem sido consultado para interpretar possíveis rumos da disputa envolvendo nomes como Tarcísio de Freitas, Lula e Jair Bolsonaro.
Segundo a taróloga Adriana Kastrup, que atende políticos e personalidades públicas, as cartas indicam que Tarcísio de Freitas (Republicanos) estaria mais bem posicionado caso opte por buscar a reeleição ao governo de São Paulo. A leitura sugere estabilidade, força e vitória no cenário estadual, tornando arriscada uma aposta na corrida presidencial, as informações são do Metrópoles.
Atualmente visto como principal nome da centro-direita para enfrentar Lula, Tarcísio aparece nas cartas como alguém favorecido quando mantém os pés no território paulista. Para Adriana, insistir em um projeto nacional agora pode significar abrir mão de capital político consolidado. O Tarô aconselharia cautela e leitura fria do cenário, algo que, segundo ela, a direita tem dificuldade em adotar.
Em relação ao presidente Lula, as cartas não descartam a possibilidade de reeleição, mas apontam um elemento de instabilidade: o surgimento de um outsider. Esse nome, ainda indefinido e fora do radar político tradicional, poderia reorganizar forças e ameaçar candidaturas consolidadas.
Não se trata, segundo a taróloga, de figuras já conhecidas como Ratinho Júnior, mas de alguém novo, capaz de captar insatisfações difusas do eleitorado.
Jair Bolsonaro, continua aparecendo como figura influente, embora as cartas indiquem fragilidade crescente, especialmente ligada à saúde. Essa condição tende a limitar sua atuação direta. O Tarô não aponta chances de vitória para Eduardo Bolsonaro ou Michelle Bolsonaro em uma disputa presidencial.
A conexão entre esoterismo e política atravessa séculos. Desde a Europa renascentista até campanhas contemporâneas, o Tarô tem sido usado como ferramenta simbólica para refletir sobre decisões, riscos e cenários futuros. Mais do que prever resultados, sua função estaria em ampliar a percepção estratégica.
No Brasil e no exterior, líderes recorrem às cartas em momentos decisivos, ainda que raramente assumam isso publicamente. Em um cenário político imprevisível, o Tarô surge como mais um instrumento de leitura, não do destino, mas das possibilidades.
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