Polícia
Publicado em 10/10/2026, às 10h15 Veja como ficou situação da academia na Oscar Freire, em SP - Foto: Reprodução/Redes Sociais Vinicius Brito
João Pedro Marangoni invadiu uma academia em São Paulo, pulou a catraca e quebrou diversos objetos da unidade na quinta-feira (8), após ser impedido de entrar no local. No dia anterior, ele havia ido à academia para reclamar de uma situação.
Em depoimento à polícia, Marangoni afirmou que foi à academia para tentar recuperar cerca de R$ 2 mil pagos antecipadamente a um personal trainer que o atendia na unidade. Segundo ele, o profissional estava doente e afastado das atividades, o que teria impedido a realização das aulas já pagas.
O aluno também alegou ter sido agredido verbalmente por funcionários ao cobrar a devolução do dinheiro. De acordo com sua versão apresentada à polícia, o desentendimento motivou a depredação da unidade.
A Voi Fit nega e, por meio de nota publicada nas redes sociais, a empresa afirmou que “não participou, intermediou ou tinha conhecimento de qualquer relação financeira de natureza particular entre o aluno e o profissional relacionado aos fatos."
A empresa repudiou qualquer tipo de ameaça, agressão ou depredação contra a unidade. Em nota, informou que está adotando medidas para preservar imagens e outras provas, além de apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos danos causados.
Segundo o gerente da academia, Rubens Abrego Lourenço da Silva, de 47 anos, o desentendimento começou na segunda-feira, quando o aluno foi cobrar R$ 1.300 que teria emprestado a um personal trainer que atende na unidade.
O gerente explicou que o homem era aluno da academia e contratava o profissional de forma particular para receber acompanhamento durante os treinos. Segundo Rubens, o personal teria pedido o dinheiro emprestado ao aluno.
De acordo com o gerente, o personal trainer teria pedido o adiantamento do pagamento pelas aulas, mas está afastado por problemas de saúde. Diante da situação, o aluno procurou a academia para tentar recuperar o dinheiro.
Rubens afirmou que consultou a diretoria e recebeu a orientação de que a empresa não poderia se responsabilizar pelo valor, pois o acordo teria sido feito diretamente entre o aluno e o profissional.