Polícia
Publicado em 13/02/2026, às 14h51 Foto: Reprodução/Redes sociais Nathalia Quiereguini
A investigação sobre a morte do cão Orelha ganhou um novo desdobramento em Florianópolis.
O corpo do animal, que vivia na região da Praia Brava, foi exumado na última quarta-feira (11) para a realização de uma nova perícia.
A medida foi confirmada pela Polícia Científica de Santa Catarina, responsável pelo exame técnico, segundo informações Metrópoles.
A expectativa é que o novo laudo fique pronto em até 10 dias. Esse documento será fundamental para esclarecer, de forma definitiva, a causa da morte e indicar se houve, de fato, maus-tratos.
A exumação foi solicitada pelo Ministério Público de Santa Catarina e autorizada pela Justiça no mesmo dia.
A decisão mostra que o caso está sendo tratado com rigor e que as autoridades consideraram necessário aprofundar as investigações.
Além da exumação, a Justiça catarinense também teria solicitado outros 34 encaminhamentos relacionados ao caso, ampliando o escopo da apuração.
Isso indica que a investigação não se limita apenas ao laudo necroscópico, mas envolve um conjunto maior de diligências.
A exumação é um procedimento adotado quando surgem dúvidas relevantes ou quando é preciso revisar conclusões anteriores.
A nova perícia pode incluir exames complementares, análises toxicológicas e uma reavaliação detalhada dos vestígios.
Em casos de suspeita de maus-tratos, a precisão técnica é essencial. O laudo pode confirmar a versão inicial ou revelar novos elementos que mudem completamente o rumo da investigação.
Com o material recolhido, os peritos iniciam a etapa de análise laboratorial. Somente após a conclusão do laudo será possível afirmar com segurança o que causou a morte de Orelha.
Enquanto isso, o caso segue sob acompanhamento das autoridades. A expectativa é que, dentro do prazo estimado, o novo documento traga respostas mais claras e, se for o caso, fundamente eventuais responsabilizações.
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