Polícia
Publicado em 29/03/2026, às 14h36 Foto: Divulgação/USP Ana Caroline Alves
Dois profissionais ligados à representação de uma marca de relógios esportivos tiveram um prejuízo estimado em R$ 35 mil após um furto ocorrido na manhã deste sábado (28), dentro da Universidade de São Paulo, na Zona Oeste de São Paulo.
Os equipamentos estavam dentro de um carro que foi arrombado enquanto eles realizavam um treino de corrida no campus.
As vítimas são um engenheiro de 35 anos e um relações públicas de 24, que estavam na capital paulista para um evento de demonstração de produtos esportivos. Na manhã seguinte, decidiram correr na universidade, local bastante frequentado por atletas e considerado seguro por praticantes, as informações são do Metrópoles.
Após deixarem os equipamentos no veículo, os dois iniciaram a atividade física. Um deles realizava um treino mais longo, enquanto o outro retornou antes ao ponto de partida. Foi nesse momento que percebeu sinais de arrombamento no carro e a ausência dos produtos.
Entre os itens levados estavam relógios esportivos de alto valor, alguns ainda lacrados e outros utilizados para demonstração, além de notebooks pessoais e cartões de crédito — que foram rapidamente bloqueados.
Os equipamentos furtados incluem modelos que podem chegar a quase R$ 6 mil, além de acessórios como cintas de monitoramento cardíaco e ciclocomputadores.
As vítimas acreditam que os produtos possam aparecer em breve em plataformas de e-commerce, sendo vendidos por preços abaixo do mercado. Diante disso, fazem um alerta para que consumidores evitem esse tipo de compra.
Segundo os funcionários, os dispositivos possuem mecanismos que permitem o bloqueio remoto, o que pode torná-los inutilizáveis após identificação. Ou seja, quem adquirir esses itens pode acabar com produtos sem funcionalidade.
A recomendação é desconfiar de ofertas muito abaixo do valor padrão e, caso identifique anúncios suspeitos, entrar em contato com a empresa responsável para auxiliar nas investigações.
O caso foi registrado em boletim de ocorrência e encaminhado ao 93º Distrito Policial, no Jaguaré. Imagens de câmeras de segurança da própria Universidade de São Paulo podem ajudar na identificação dos responsáveis pelo crime.
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