Polícia
Publicado em 24/01/2026, às 16h00 Foto: Reprodução/ Instagram Nathalia Quiereguini
Uma cena registrada por câmeras de segurança causou revolta em Franca, no interior de São Paulo.
As imagens mostram uma mãe agredindo a própria filha em pleno calçadão da cidade, durante a tarde de quinta-feira (22).
O episódio aconteceu em um local de grande circulação, o que ampliou o impacto do caso e gerou forte reação nas redes sociais, as informações são do Metrópoles.
No vídeo, a mulher aparece caminhando com duas crianças quando, de forma repentina, passa a agir de maneira agressiva contra uma delas.
A mochila da menina é jogada no chão, fazendo com que a criança caia. Em seguida, a mãe puxa a filha pelos braços e desfere tapas na cabeça, mesmo após a criança já estar caída.
A violência acontece diante de pedestres, que observam a cena sem conseguir intervir imediatamente. As imagens são fortes e evidenciam uma situação clara de risco.
Casos como esse chamam atenção não apenas pela agressão em si, mas pelo contexto.
Crianças dependem integralmente de seus responsáveis para proteção e cuidado. Quando a violência parte de quem deveria garantir segurança, o impacto emocional pode ser profundo e duradouro.
O fato de a agressão ocorrer em um espaço público reforça que a violência infantil nem sempre acontece longe dos olhos da sociedade. Muitas vezes, ela está visível e precisa ser reconhecida como tal.
Após a repercussão do vídeo, a Secretaria de Ação Social de Franca informou que a família passou a ser acompanhada pela rede de proteção do município, por meio da Proteção Social Especial.
A criança foi atendida por profissionais especializados, com foco em garantir seu bem-estar e segurança.
A Polícia Civil também tomou conhecimento do caso e abriu investigação para apurar os fatos e identificar formalmente a responsável pelas agressões, mesmo sem denúncia registrada no momento.
O episódio reforça a importância de observar sinais de violência contra crianças e agir.
Denunciar não é interferir indevidamente, mas proteger quem não consegue se defender sozinho.Garantir a segurança e os direitos da infância é uma responsabilidade coletiva.
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