Polícia
Publicado em 20/10/2026, às 06h25 Foto: Reprodução/Redes Sociais Tatiana Ribeiro
O médico Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morto após uma troca de tiros com a Polícia Militar (PM) em Catanduva, no interior de São Paulo, mantinha em casa oito armas de fogo, uma granada alemã e uma medalha com uma suástica. Ele morreu durante a ocorrência, após ameaçar a esposa, segundo informações policiais.
Além das armas, entre revólveres, espingardas e pistolas, os agentes apreenderam cinco facas, um facão e mais de 350 munições intactas de diferentes calibres. Todo o material foi recolhido e registrado no boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Civil.
De acordo com o registro policial, cinco policiais militares foram até a residência. Inicialmente, os agentes tentaram resolver a situação por meio de contato verbal, com o objetivo de evitar disparos. No entanto, após diversas tentativas de negociação, Luciano teria apontado uma arma na direção dos policiais, dando início ao confronto.
Conforme o boletim, o médico estava armado e foi orientado a largar o armamento. Em determinado momento, ele teria se abrigado atrás de um pilar de madeira e apontado a arma para os policiais que estavam na entrada da casa. Na sequência, houve disparos.
Luciano foi atingido e desarmado. O resgate foi acionado, mas a morte foi constatada no local. Após o confronto, os policiais entraram na residência e encontraram o médico caído.
Os dois filhos dele, de 14 e 10 anos, foram localizados no andar superior da casa. O caso foi registrado pela Polícia Civil, que apreendeu as armas e os demais objetos encontrados no imóvel.
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