Polícia

Operação da PM de SP termina com apreensão de 4,3 toneladas de maconha

Uma operação entre Baep e DOF resultou na apreensão de 4,3 toneladas de maconha em Presidente Epitácio, São Paulo.  |  Foto: reprodução/Agência SP

Publicado em 25/06/2026, às 11h42   Foto: reprodução/Agência SP   Fernanda Montanha

Uma operação integrada entre o 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), do Mato Grosso do Sul, resultou na apreensão de 4,3 toneladas de maconha em Presidente Epitácio, no oeste de São Paulo, na quarta-feira (24). Um caminhoneiro de 34 anos foi preso em flagrante.

A ação teve início após troca de informações entre as forças de segurança, que indicavam o deslocamento de um caminhão vindo de Dourados (MS) com destino ao estado paulista. O veículo teria sido usado para transportar uma grande carga de entorpecentes escondida entre mercadorias legais.

Com base nas informações recebidas, equipes intensificaram o patrulhamento durante a Operação Faro e localizaram o caminhão na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), na altura do quilômetro 652, segundo a Agência SP.

Abordagem e descoberta da carga ilícita

Durante a abordagem, o motorista apresentou documentos fiscais indicando o transporte de erva-mate para tereré. No entanto, os policiais desconfiaram da versão apresentada e aprofundaram a fiscalização do veículo.

Segundo o registro da ocorrência, o condutor acabou confessando que havia drogas escondidas na carga. Na vistoria do compartimento, os agentes encontraram diversos fardos de maconha misturados às caixas de erva-mate.

Além da substância ilícita, foram apreendidos o caminhão utilizado no transporte, um aparelho celular e R$ 1,2 mil em dinheiro.

Prejuízo ao crime organizado e desfecho

De acordo com a Polícia Militar, o material apreendido representa um prejuízo estimado em R$ 8,6 milhões ao crime organizado. A carga teria como destino final a cidade de Campinas, no interior paulista.

O motorista foi preso em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado à Delegacia de Presidente Epitácio, onde permaneceu à disposição da Justiça.

O caso foi registrado formalmente como tráfico de drogas e segue sob responsabilidade das autoridades policiais competentes.

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