Polícia
Publicado em 10/08/2026, às 21h25 Foto: Reprodução/Redes Sociais Andrezza Souza
Lívia Berthoud, de 23 anos, foi morta a tiros na manhã desta segunda-feira (10), em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. A jovem havia acabado de sair de uma academia quando foi atingida pelos disparos.
Estudante do 10º semestre de Direito da Universidade de Taubaté (Unitau), Lívia também fazia estágio no Ofício das Execuções Criminais de Taubaté, ligado ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
Segundo informações da Polícia Militar, a jovem foi atingida na cabeça e morreu ainda no local. O crime aconteceu em uma praça do município.
O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, Carlos Eduardo Barbosa Vieira Leite, de 25 anos. Segundo o boletim de ocorrência, familiares e testemunhas relataram que ele não aceitava o fim do relacionamento e já havia feito ameaças contra Lívia.
Após o crime, o homem fugiu e posteriormente tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao pronto-socorro de Pindamonhangaba.
Carlos Eduardo permanece internado, entubado e sob escolta policial. Ele foi preso em flagrante pelos crimes de feminicídio e descumprimento de medida protetiva, conforme registrado pela Polícia Civil.
A Universidade de Taubaté divulgou uma nota lamentando a morte da estudante e prestando solidariedade aos familiares, amigos, colegas e professores.
A instituição também afirmou repudiar toda forma de violência.
O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou que Lívia atuava como estagiária no Ofício das Execuções Criminais de Taubaté.
A família da jovem informou que está muito abalada e preferiu não se manifestar neste momento. O velório está previsto para ocorrer no Sesolupi, em Pindamonhangaba.
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