Polícia
Publicado em 26/04/2026, às 08h22 Alianças - Reprodução: Freepik / rawpixel.com Andrezza Souza
A cidade de São Paulo registrou 995 roubos e furtos de alianças entre janeiro e março de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo.
O número representa, em média, um crime desse tipo a cada duas horas na capital paulista, evidenciando a frequência da prática criminosa em diferentes regiões da cidade.
Embora o volume de casos ainda seja considerado elevado, os registros apontam redução em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 1.092 ocorrências envolvendo roubos e furtos de alianças
Em todo o estado de São Paulo, o total chegou a 1.805 casos no primeiro trimestre deste ano, o que corresponde a aproximadamente um crime a cada uma hora e dez minutos.
Entre as áreas com maior número de registros estão os bairros de Santo Amaro, Capão Redondo e a região central da capital, que concentram parte significativa das ocorrências.
Bairros de maior poder aquisitivo, como Moema e Itaim Bibi, também aparecem nas estatísticas, indicando que o problema atinge diferentes perfis de moradores e regiões da cidade.
Especialistas em segurança apontam que esse tipo de crime costuma ser cometido por grupos organizados que atuam rapidamente, muitas vezes utilizando motocicletas para facilitar a fuga após o assalto.
Em bairros como Moema, na zona sul da capital, comerciantes e moradores relatam sensação constante de insegurança e afirmam ter adaptado hábitos do dia a dia para evitar se tornar alvo de criminosos.
Há relatos de pessoas que passaram a evitar o uso de objetos de valor em locais públicos e a redobrar a atenção ao circular pelas ruas.
A preocupação aumentou após um episódio recente registrado na região, quando um homem morreu após ser baleado ao tentar ajudar um casal durante uma tentativa de assalto. O caso reforçou o alerta entre comerciantes e moradores, que cobram maior presença policial e medidas preventivas.
De acordo com autoridades de segurança, o combate a esse tipo de crime envolve ações de patrulhamento, monitoramento e operações específicas em áreas com maior incidência. Mesmo assim, a frequência dos casos mantém o tema em destaque nas discussões sobre segurança pública na capital paulista.
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