Polícia
Publicado em 22/08/2026, às 15h24 Foto: Reprodução/Facebook Marcela Guimarães
A Polícia Civil investiga um professor de 23 anos de uma escola estadual no Jaçanã, na Zona Norte de São Paulo, por suspeita de importunação sexual contra três alunas.
O caso ocorreu na tarde da última sexta-feira (21), na Escola Estadual Professor Eurico Figueiredo.
Segundo a Polícia Militar, as três adolescentes denunciaram o professor por assédio. As estudantes, os responsáveis, o docente e a direção da escola foram encaminhados à 4ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde a ocorrência foi registrada.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o professor foi ouvido e negou as acusações. O caso foi registrado como importunação sexual tentada.
A autoridade policial solicitou as imagens das câmeras de monitoramento da escola para auxiliar na investigação.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que o docente foi afastado imediatamente das atividades na escola após a denúncia. A direção comunicou os responsáveis pelas estudantes e registrou o caso na plataforma do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP).
Um profissional do programa Psicólogos nas Escolas também foi colocado à disposição da comunidade escolar para atendimento e acolhimento.
A Unidade Regional de Ensino (URE) Norte 2 afirmou que repudia qualquer forma de assédio e que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do caso e busca esclarecer o que ocorreu dentro da unidade de ensino.
As imagens das câmeras de segurança deverão ser analisadas pelos investigadores para auxiliar na apuração das denúncias e de possíveis responsabilidades.
A Prefeitura de São Paulo informou que os órgãos municipais não foram acionados para atender à ocorrência.
A Secretaria Municipal da Saúde afirmou que mantém Núcleos de Prevenção à Violência (NPVs) em todos os equipamentos de saúde da capital, incluindo as 483 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), para acolhimento e atendimento de vítimas de violência.
*Com apuração do g1
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