Política
Publicado em 30/10/2026, às 15h10 Foto: Reprodução/Agência Brasil Marina do Val
Segundo dados atualizados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população ocupada e empregada no Brasil atingiu o número recorde de 103,6 milhões de pessoas.
Acompanhando o forte ritmo de contratações e o aumento de oportunidades no país, a taxa de desocupação apresentou nova redução e caiu para 5,2% no trimestre finalizado em setembro.
O resultado representa o menor patamar de desemprego registrado para um terceiro trimestre desde 2012, ano em que a série da pesquisa do IBGE foi iniciada. A constante melhora nesse indicador surpreendeu positivamente diversos analistas do mercado financeiro.
A expansão do contingente de trabalhadores refletiu a dinamização contínua em diferentes setores da economia, como serviços, comércio e construção civil. O crescimento contínuo tem ajudado a reduzir gradualmente a dependência do trabalho informal e a ampliar a formalização de postos com carteira assinada.
Além do aumento no volume total de pessoas inseridas no mercado de trabalho, a pesquisa também apontou um ganho real no poder de compra dos brasileiros.
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores manteve trajetória de alta, o que elevou a massa de rendimentos em circulação no país para níveis inéditos. Esse ganho salarial atua diretamente no consumo das famílias, gerando um ciclo positivo no comércio interno e estimulando novos investimentos por parte do setor privado.
A combinação de um contingente recorde de ocupados com uma taxa de desemprego no nível de 5,2% consolida um cenário de sólido dinamismo econômico no Brasil.
Com o mercado movimentado e a renda familiar em patamares mais elevados, as perspectivas para os trimestres subsequentes apontam para a continuidade da estabilidade no emprego, impulsionada principalmente pelas contratações temporárias e pelo movimento de vendas característico das festas de fim de ano.
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