Política
Publicado em 15/09/2026, às 16h14 Ilustrativa / Freepik Bernardo Rego
Com a confirmação de mais quatro casos de sarampo registrados o estado de São Paulo alcançou a marca de 36 casos confirmados. Dentre os novos casos estão duas crianças menores de 2 anos sem esquema vacinal completo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) nesta terça-feira (15).
Além dos dois bebês, sendo uma menina e um menino, os outros dois casos envolvem uma mulher de 24 anos, com histórico de vacinação e moradora da capital paulista, e um homem de 36 anos, também vacinado e morador de Santo André, na região metropolitana.
A SES-SP reforça que a imunização é a principal forma de proteção contra o sarampo. Em razão disso, foi realizada uma campanha de vacinação contra a doença, distribuindo doses recomendadas a todos os paulistas com idades entre 6 meses e 59 anos.
Atualmente, a imunização de reforço está disponível nos bairros Vila Maria, Vila Medeiros e Vila Guilherme. Já a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde do estado.
Quem não possui registro ou não se lembra se foi vacinado deve procurar uma UBS. Na dúvida, a equipe de saúde poderá indicar a vacinação de acordo com a idade e o histórico de cada pessoa.
A vacina é oferecida gratuitamente. Sempre que possível, é importante levar a caderneta de vacinação e um documento de identificação.
A vacina tríplice viral é contraindicada para gestantes e para algumas pessoas com comprometimento importante da imunidade.
Quem realiza quimioterapia, utiliza medicamentos que reduzem a imunidade ou possui alguma condição de saúde que afete as defesas do organismo deve conversar com um profissional antes da vacinação.
Pessoas que tiveram reação alérgica grave a uma dose anterior ou a componentes da vacina também precisam passar por avaliação.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa. Os principais sintomas são febre alta, manchas vermelhas na pele, tosse, coriza, conjuntivite e mal-estar intenso.
A transmissão ocorre por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. A doença também pode provocar complicações, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro.
Quem apresentar sintomas compatíveis deve procurar atendimento e evitar contato com outras pessoas enquanto houver suspeita da doença.
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