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Emprego feminino em São Paulo bate recorde e renda cresce

Emprego feminino em São Paulo atinge recorde histórico com mais de 11 milhões de trabalhadoras e aumento na renda média, segundo dados do IBGE  |  Foto: Unsplash

Publicado em 12/03/2026, às 13h22   Foto: Unsplash   Nathalia Quiereguini

O estado de São Paulo registrou um marco importante na participação feminina no mercado de trabalho.

Dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados por meio da PNAD Contínua, mostram que o número de mulheres ocupadas chegou ao maior nível desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

No quarto trimestre de 2025, cerca de 11 milhões de mulheres estavam trabalhando no estado, o maior volume já registrado.

Com esse resultado, São Paulo aparece na liderança nacional quando o assunto é presença feminina no mercado de trabalho, segundo informações da Agência SP.

O crescimento também pode ser observado quando os dados são comparados com anos anteriores. Em relação a 2022, houve aumento no número de trabalhadoras empregadas.

Já na comparação com uma década atrás, o avanço é ainda mais significativo, indicando que cada vez mais mulheres têm conquistado espaço em diferentes áreas da economia.

Atualmente, as mulheres representam aproximadamente 45% das pessoas ocupadas no estado, que soma mais de 24 milhões de trabalhadores.

Crescimento do emprego feminino coloca São Paulo na liderança nacional em número de mulheres trabalhando / Foto: Unsplash

Renda feminina em alta

Outro dado que chama atenção é o crescimento na renda média das trabalhadoras. No quarto trimestre de 2025, o rendimento médio mensal chegou a R$ 3.599, o maior valor registrado em mais de uma década.

Entre todas asunidades da federação, o rendimento das mulheres em São Paulo aparece entre os mais altos do país, ficando atrás apenas do registrado no Distrito Federal.

Desemprego menor e menos informalidade

Os dados também apontam melhora nos índices de desemprego entre as mulheres. Em 2025, a taxa ficou entre as menores dos últimos 13 anos, com destaque para o último trimestre, quando o índice ficou abaixo de 6%.

Outro ponto relevante é a redução da informalidade entre as trabalhadoras paulistas.

O estado apresenta um dos menores índices de trabalho informal do país, o que indica maior presença de empregos formais e mais estabilidade nas relações de trabalho.

Os números mostram um cenário de avanço na participação feminina no mercado de trabalho em São Paulo, com mais empregos e aumento na renda.

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