Política
Publicado em 22/04/2026, às 12h21 Foto: Reprodução/TV Globo Marcela Guimarães
Estudantes de pelo menos 15 faculdades e institutos da Universidade de São Paulo (USP) estão em greve desde o dia 14 de abril. A paralisação atinge unidades tanto na capital quanto no interior do estado.
Entre os cursos envolvidos estão os da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), Escola de Comunicações e Artes (ECA), além de áreas como Arquitetura, Urbanismo e Design e a Escola de Enfermagem. O movimento conta com apoio do Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Os alunos cobram melhorias nas condições de permanência estudantil, com destaque para o aumento no valor das bolsas. Também pedem mudanças na qualidade dos serviços oferecidos pelos restaurantes universitários.
Outra demanda central é a busca por igualdade de tratamento entre os trabalhadores da universidade.
A mobilização também questiona a criação da Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas, um bônus que pode chegar a R$ 4,5 mil e que é destinado apenas a docentes.
A medida, aprovada pelo Conselho Universitário, não contempla outros servidores, que, segundo os manifestantes, acumulam perdas salariais ao longo dos anos.
O grupo defende equiparação salarial e melhores condições de trabalho para todos.
Procurada, a reitoria da USP afirmou que mantém políticas focadas na permanência estudantil.
Informou ainda que equipes técnicas estão avaliando os problemas apontados nos restaurantes universitários e que medidas administrativas já estão sendo adotadas.
*Com apuração do g1
Violência em Moema: arrastão em restaurante termina com agressão e pânico
Eleições 2026: Kassab nega apoio a Haddad e reafirma aliança com Tarcísio