Política
Publicado em 11/10/2026, às 09h35 Presidente Lula estará na Avenida Paulista para ato político - Agência Brasil/Ricardo Stuckert Vinicius Brito
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, às 12h deste domingo (11), de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado de aliados como Fernando Haddad (PT).
A campanha também deve definir neste domingo a agenda de Lula para os próximos dias. Na quarta-feira (14), o presidente tem previsão de participar de um ato com caminhoneiros, em São Paulo, e de um evento sobre saúde, no Rio de Janeiro.
O trio elétrico chegou à Avenida Paulista, em São Paulo, onde manifestantes já se concentram para acompanhar o ato deste domingo (11), com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A movimentação reúne apoiadores do presidente e aliados políticos, em uma mobilização que marca a agenda de campanha na capital paulista. A expectativa é que Lula participe do evento ao lado de lideranças políticas e representantes de sua base aliada.
Nos próximos dias, Lula deve se reunir com integrantes do governo para discutir medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs). No sábado (10), o presidente afirmou que fará anúncios “importantes” para pequenos e médios empresários.
"Eu tenho algumas reuniões importantes para fazer em Brasília, para decidir algumas coisas ainda para ajudar pequenos e médios empresários, para ajudar o pessoal do Super Simples e para ajudar o pessoal dos MEIs. Nós vamos anunciar algumas medidas importantes", disse o presidente.
A declaração foi feita durante caminhada de Lula em Natal (RN), na abertura da campanha para o segundo turno. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro terminou com 47,03% dos votos, enquanto o presidente recebeu 45,16%.
O governo apoia um projeto em tramitação na Câmara que prevê elevar o teto de faturamento anual dos MEIs para R$ 130 mil no primeiro ano e permitir a contratação de até dois funcionários. A proposta, porém, enfrenta divergências sobre a atualização das faixas do Simples Nacional, diante da preocupação do Planalto com um impacto fiscal superior a R$ 50 bilhões por ano. Os parlamentares também defendem a correção anual do limite pela inflação. Ainda em negociação, o texto pode ser votado neste semestre.
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