Política
Publicado em 08/03/2026, às 08h00 Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Nathalia Quiereguini
A proximidade do Dia Internacional das Mulheres, celebrado em 8 de março, tem impulsionado a organização de atos e mobilizações em diferentes cidades do país.
Em São Paulo, sindicatos, coletivos e movimentos sociais estão convocando mulheres e homens para ocupar as ruas em uma manifestação que pretende dar visibilidade a pautas ligadas à segurança, aos direitos sociais e às condições de trabalho.
Entre as entidades envolvidas está o Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (SINESP), que tem incentivado a participação de profissionais da educação e de outras áreas.
A proposta é transformar o 8 de março em um momento de mobilização coletiva, reforçando reivindicações consideradas urgentes por diferentes setores do movimento feminino.
Um dos principais temas do ato é o enfrentamento à violência de gênero.
Movimentos que organizam a mobilização destacam a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à proteção das mulheres, além de fortalecer a rede de atendimento às vítimas.
Entre as demandas levantadas estão o aumento de investimentos em programas de prevenção, campanhas educativas e melhorias no acolhimento oferecido por serviços de saúde, assistência social e segurança pública.
O objetivo é garantir mais proteção e apoio às mulheres que enfrentam situações de violência.
A mobilização também traz pautas relacionadas ao trabalho e à qualidade de vida.
Os movimentos defendem melhores condições de trabalho, valorização do serviço público e medidas que ampliem o acesso a direitos sociais.
Outro ponto levantado pelos organizadores é a importância de discutir temas que impactam diretamente a vida das mulheres, como desigualdade salarial, precarização do trabalho e acesso a serviços essenciais.
O Dia Internacional das Mulheres tem origem nas mobilizações de trabalhadoras no início do século XX.
Um dos episódios mais lembrados ocorreu em 1917, quando operárias russas iniciaram uma greve reivindicando melhores condições de vida e trabalho.
Desde então, o 8 de março passou a ser marcado por manifestações em diferentes países.
Mais do que uma data simbólica, o dia continua sendo um momento de reflexão, mobilização e defesa de direitos para milhões de mulheres em todo o mundo.
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