Política
Publicado em 04/06/2026, às 12h15 Foto: Pexels/Erik Mclean Andrezza Souza
A Uber anunciou uma reestruturação interna que resultará na demissão de 23% dos profissionais da divisão de Pessoas e Locais, área responsável por recursos humanos, recrutamento, cultura organizacional e gestão de instalações.
Segundo a companhia, os cortes representam menos de 1% da força de trabalho corporativa global, estimada em cerca de 34 mil funcionários. A medida não afeta os motoristas e entregadores parceiros da plataforma.
A decisão ocorre em meio a uma reformulação na liderança da área corporativa da empresa. Recentemente promovida ao cargo de presidente e diretora de assuntos corporativos, Jill Hazelbaker assumiu a gestão da divisão responsável pelos recursos humanos.
Em comunicado interno, a executiva afirmou que a empresa identificou problemas relacionados à sobreposição de responsabilidades, falta de clareza em projetos e estruturas consideradas excessivamente fragmentadas.
De acordo com a Uber, o objetivo da reorganização é simplificar processos e tornar a operação mais eficiente.
A companhia afirmou que os desligamentos não estão ligados à substituição de funcionários por ferramentas de inteligência artificial.
Segundo a Uber, a medida faz parte exclusivamente de um processo de reorganização interna. A empresa destacou ainda que busca tornar suas equipes mais conectadas às necessidades do negócio e aprimorar a eficiência operacional.
Além das demissões, a empresa também anunciou mudanças para profissionais da área de recursos humanos que possuíam autorização para trabalhar integralmente de forma remota.
Esses funcionários passarão a seguir o modelo híbrido adotado pela companhia, com presença obrigatória nos escritórios ao menos três dias por semana.
A nova regra integra as mudanças implementadas pela Uber em sua estrutura corporativa e reforça a política de maior presença física das equipes nas operações da empresa.
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