Entretenimento
Mesmo com uma trajetória sólida na indústria automotiva e reconhecido por avanços técnicos relevantes, o Honda Civic segue distante do Toyota Corolla no mercado brasileiro de sedãs médios.
Em 2025, enquanto o rival da Toyota mantém ampla liderança em vendas, o modelo da Honda ocupa um espaço mais restrito, sustentado por eficiência, engenharia e apelo emocional entre entusiastas, como citado pelo site Click Petróleo e Gás.
Lançado em julho de 1972, o Civic nasceu com a proposta de ser um “carro para o mundo”. Desde o início, a Honda apostou em soluções de engenharia voltadas à eficiência energética e ao baixo impacto ambiental.
Ao longo dos primeiros anos, o Civic diversificou carrocerias, incorporou novas transmissões e ampliou sua presença nos principais mercados globais. Em menos de quatro anos, já havia ultrapassado a marca de um milhão de unidades vendidas.
A partir dos anos 1990, passou a incorporar transmissões CVT e motores mais eficientes. Em 2001, tornou-se um dos primeiros híbridos produzidos em larga escala na América do Norte, antecipando uma tendência que só ganharia força anos depois.
A atual 11ª geração representa o auge dessa evolução. O Civic e:HEV combina motor 2.0 de ciclo Atkinson e sistema híbrido com eficiência térmica de 41%, desempenho que o colocou entre os destaques técnicos do segmento.
Em 2025, o Corolla somou cerca de 30,9 mil unidades vendidas, consolidando sua hegemonia. O Civic, com pouco mais de 1,1 mil emplacamentos, ocupa um nicho mais específico, influenciado por preço, oferta e perfil do consumidor.
Ainda assim, o modelo da Honda mantém relevância simbólica. Para muitos fãs, segue sendo um sedã eficiente, tecnologicamente refinado e, não raro, considerado mais bonito que o líder de vendas, prova de que prestígio nem sempre se mede apenas em volume.
Classificação Indicativa: Livre