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Courtney Love voltou ao centro das atenções nos últimos dias após a divulgação de um relatório forense independente que questiona a conclusão oficial sobre a morte de Kurt Cobain.
O vocalista do Nirvana foi encontrado morto em abril de 1994, aos 27 anos, em Seattle, e o caso foi encerrado à época como suicídio. Nas últimas 48 horas, Courtney compartilhou uma sequência de publicações em seu Instagram.
Embora não cite diretamente o nome de Cobain ou o relatório, duas das postagens foram interpretadas como enigmáticas, especialmente por terem sido feitas logo após a repercussão do estudo que sugere a possibilidade de homicídio, as informações são da Monet.
Em uma das imagens, Courtney Love aparece sentada em um restaurante, segurando o livro The Flamingo State, cujo subtítulo pode ser traduzido como “um guia para se tornar vivo”.
Já em outro post, a cantora surge de olhos fechados usando uma camiseta com a frase irônica: “I hate cocaine, do you have a line?”. A mensagem, de duplo sentido, gerou debates sobre possíveis referências ao passado marcado por drogas, excessos e controvérsias envolvendo o casal nos anos 1990.
Apesar da movimentação nas redes, Courtney Love ainda não fez nenhum pronunciamento direto ou oficial sobre as conclusões da investigação independente.
O estudo foi conduzido por um grupo de cientistas forenses e publicado no International Journal of Forensic Science. Segundo os pesquisadores, há inconsistências médicas e circunstanciais no laudo original que colocam em dúvida a hipótese de suicídio, segundo informações do Diário da Manhã.
Entre os pontos levantados estão danos em órgãos como cérebro e fígado, presença de líquido nos pulmões e sinais de privação de oxigênio, elementos mais compatíveis com uma overdose do que com uma morte instantânea por arma de fogo.
Os investigadores defendem que Kurt Cobain pode ter sido incapacitado antes do disparo fatal, possivelmente após uma overdose forçada de heroína. O relatório ainda sugere que a cena da morte pode ter sido manipulada, com indícios de que o corpo teria sido movido.
Apesar da repercussão internacional, o Departamento de Polícia de Seattle reafirmou que não pretende reabrir o caso, mantendo oficialmente a conclusão de suicídio.
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