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Eclipse solar anular acontece nesta semana; veja o que significa o "anel de fogo"

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Evento astronômico acontece em fevereiro e promete um dos espetáculos visuais mais impressionantes do céu; saiba onde será visível e quais cuidados tomar  |   BNews SP - Divulgação Foto: Unsplash
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 14/01/2026, às 18h46



O calendário astronômico de 2026 reserva um fenômeno que chama a atenção tanto de cientistas quanto de curiosos: o eclipse solar anular, popularmente conhecido como “anel de fogo”.

O evento está previsto para o dia 17 de fevereiro e deve proporcionar um espetáculo raro, marcado pela formação de um círculo luminoso ao redor da Lua.

Esse tipo de eclipse ocorre quando Sol, Lua e Terra se alinham, mas com uma particularidade: a Lua está mais distante do planeta em sua órbita e, por isso, não consegue encobrir totalmente o disco solar. O resultado é um contorno brilhante ao redor da Lua, criando um efeito visual único no céu, as informações são do Metrópoles.

Onde e como o eclipse solar anular poderá ser visto

A fase do eclipse, quando o “anel de fogo” aparece de forma completa, será visível apenas em regiões remotas da Antártida e terá duração de pouco mais de dois minutos.

Apesar disso, o fenômeno também poderá ser observado de forma parcial em algumas áreas da África e da América do Sul, incluindo partes do Brasil, desde que as condições climáticas sejam favoráveis.

Para quem perder a edição de 2026, há boas notícias: cientistas já preveem um novo eclipse solar anular em 6 de fevereiro de 2027, que deverá ser visível no Brasil.

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Reprodução: Freepik

Cuidados essenciais para observar o eclipse com segurança

Por envolver a observação direta do Sol, o eclipse solar exige atenção redobrada à segurança. Olhar para o fenômeno sem proteção adequada pode causar graves problemas à visão. Entre as principais recomendações estão:

  • Nunca observar o eclipse a olho nu;
  • Utilizar óculos solares certificados, próprios para eclipses;
  • Usar filtros específicos em telescópios, binóculos e câmeras;
  • Recorrer a métodos indiretos, como projeção com caixa de papelão ou observação da sombra filtrada por folhas de árvores;
  • Evitar óculos de sol comuns ou lentes improvisadas, que não oferecem proteção suficiente.

Classificação Indicativa: Livre

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