Política
O câncer colorretal, que afeta o intestino grosso, o reto e o ânus, está entre os tumores mais comuns no Brasil. Apesar disso, muitas pessoas ainda desconhecem os sinais iniciais da doença ou adiam a busca por atendimento médico.
O alerta faz parte da campanha Março Azul-Marinho, que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.
Segundo a Prefeitura de São Paulo, identificar o problema nas fases iniciais aumenta consideravelmente as chances de cura.
Por isso, a orientação é que pessoas com sintomas suspeitos procurem atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde podem ser encaminhadas para exames e tratamento especializado dentro da rede pública.
O câncer colorretal pode se desenvolver a partir de pólipos intestinais: lesões benignas que, sem tratamento, podem evoluir para tumores malignos.
Entre os sintomas que devem ligar o alerta estão:
Nem sempre esses sinais indicam câncer, mas a recomendação é buscar avaliação médica para investigação adequada.
Hábitos de vida também podem influenciar no surgimento da doença. O consumo frequente de carnes processadas, o tabagismo, o excesso de bebidas alcoólicas, o sedentarismo e o histórico familiar estão entre os fatores associados ao câncer colorretal.
Além disso, a doença costuma surgir a partir de alterações que se desenvolvem gradualmente no intestino, o que reforça a importância do acompanhamento médico e de exames quando indicados.
Na cidade de São Paulo, o processo de diagnóstico pode começar nas UBSs, Hospitais Dia e hospitais municipais. A partir daí, os pacientes são encaminhados para centros especializados da Rede de Oncologia do município para confirmação do diagnóstico e início do tratamento.
A orientação das autoridades de saúde é buscar por atendimento rapidamente ao se deparar com sintomas persistentes. Detectar cedo continua sendo uma das estratégias mais eficazes para reduzir os impactos do câncer colorretal.
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