Entretenimento
por Bernardo Rego
Publicado em 06/11/2026, às 07h29 - Atualizado às 07h31
O fim do casamento entre Marina Ruy Barbosa e o empresário Abdul Fares não para de gerar polêmica. Um primo de Abdul, que tem o seu mesmo nome, resolveu ir às redes sociais fazer uma denúncia grave envolvendo o espólio da sua avó que, segundo ele, seria alvo de fraude reconhecida por familiares na Justiça.
Uma outra polêmica é um anel recebido por Marina do seu então noivo de aproximadamente R$ 6 milhões que foi entregue por Abdul em um pedido de casamento em Dubai. A atriz quis devolver o objeto, mas a mãe do noivo disse que jamais aceitaria já que o anel teria sido comprado pelo seu filho fruto de muito trabalho.
“Parem de ameaçar uma senhora idosa e seu patrimônio. Marina, esse anel é fruto de roubo de joias da minha família. Todos reconhecem que o inventário da minha avó foi uma fraude e muito desse patrimônio é fruto de sonegação fiscal. Ou você tem a nota fiscal? Apresente. Você e seu marido: onde e como vocês têm dinheiro para o jato?”, escreveu o primo de Abdul nas redes sociais.
“Essa garota simplesmente está achando que vai ficar com R$ 3 milhões, que está roubado do erário e dos credores da Marabráz, e vai ficar por isso mesmo”, acrescentou. “Marina Ruy Barbosa, a Dolane precisa de uma companheira de cela e Abdul Fares Mustafa deveria ir fazer companhia pro Vorcaro por fraude, estelionato e crime contra idosa que foi cometido por vocês”, disparou declarou.
O primo ainda chamou Marina de “bandida” e afirmou ter recebido uma notificação extrajudicial após fazer comentários sobre a joia nas redes sociais. Ele disse que chegou a pedir diretamente à atriz que depositasse o anel em juízo por considerar que a peça seria semelhante a uma joia que pertenceu à matriarca.
“Vocês dois vão se ver com a Polícia Federal e a Receita Federal porque eu quero ver a nota fiscal desse anel”, afirmou.
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O homem que colocou Marina Ruy Barbosa no centro da disputa familiar tem o mesmo nome do empresário Abdul Fares e já protagonizou outras polêmicas envolvendo os negócios da família.
Conforme informações publicadas pelo F5, da Folha de S.Paulo, ele tornou público, em 2018, um conflito familiar que teria começado após a separação dos pais, em 1995. Na ocasião, questionou a divisão do patrimônio e alegou que a mãe teria sido prejudicada em uma negociação envolvendo empresas da família, entre elas o conglomerado Marabraz.
O primo também teria recorrido à Justiça para reivindicar direitos relacionados à herança, em uma disputa que envolveu tios e outros integrantes da família. Parte dos parentes, no entanto, nega as acusações.
Em 2021, ele voltou aos holofotes ao denunciar à CPI da Pandemia supostas irregularidades envolvendo a Fib Bank, empresa que atuou como fiadora na negociação da vacina Covaxin durante o governo de Jair Bolsonaro.
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