Entretenimento
A partir das 17h, o público que acompanha o Caldeirão se depara com um dos desafios mais tensos e emocionantes da televisão: o The Wall. No quadro, uma dupla enfrenta uma enorme parede interativa com o objetivo de conquistar um prêmio que pode chegar a R$ 1,7 milhão.
Mais do que sorte, o jogo exige estratégia, confiança mútua e nervos de aço, já que cada decisão pode mudar completamente o desfecho.
O The Wall é disputado sempre em dupla, que atua como um time do início ao fim. Amigos, casais ou familiares podem participar, desde que compartilhem um mesmo sonho, conta o Gshow.
Não há disputa entre os jogadores, pois ambos ganham juntos ou deixam o palco sem nada, enfrentando apenas a imprevisibilidade da parede.
Ao longo do jogo, os participantes passam por três etapas distintas, cada uma com regras próprias e valores crescentes. O desempenho inicial influencia diretamente o final, o que torna cada resposta ainda mais decisiva.
No começo da disputa, a dupla permanece junta no palco e responde a cinco perguntas de múltipla escolha com apenas duas alternativas. Nesse momento, bolas brancas caem da parede e definem valores que podem ser somados ou subtraídos da poupança do time.
A tensão já se instala logo nas primeiras respostas, pois sair zerado elimina a dupla imediatamente.
Se a resposta estiver correta, os valores são adicionados ao total. Em caso de erro, o saldo diminui. O montante acumulado aqui ganha importância estratégica mais adiante, influenciando o valor final do contrato.
Após a primeira etapa, os participantes se separam. Um deles permanece no palco ao lado de Luciano Huck, enquanto o outro vai para o isolamento. Quem fica no palco escolhe de quais posições as bolas vão cair, sem saber as respostas.
Já quem está isolado responde às perguntas sem ver a parede, criando um jogo baseado em confiança absoluta.
Na segunda etapa, os valores aumentam e as perguntas passam a ter três alternativas. São lançadas bolas verdes, vermelhas e brancas. As verdes somam valores, as vermelhas retiram e as brancas dependem das respostas dadas no isolamento. Aqui, o cálculo emocional pesa tanto quanto o matemático.
As bolas brancas trazem ainda mais suspense, pois permitem dobrar ou até triplicar a aposta, multiplicando ganhos ou perdas de uma só vez.
Na fase final, os valores chegam a R$ 150 mil por bola e as perguntas têm quatro alternativas. A lógica se mantém, mas agora são nove bolas em jogo. Qualquer erro pode anular todo o saldo acumulado, deixando a dupla com zero na parede.
Ao fim dessa etapa, define-se o valor total conquistado no palco, que pode ser alto ou simplesmente inexistente.
O momento mais dramático vem depois. Quem está no isolamento recebe um contrato com um valor fixo, calculado a partir da primeira fase e das respostas corretas. Sem saber quanto a dupla acumulou na parede, a pessoa decide entre assinar ou rasgar o papel. Essa escolha solitária costuma dividir opiniões e causar fortes emoções.
Assinar garante o valor do contrato. Rasgar mantém o valor da parede, mesmo que seja zero. É nesse instante que o The Wall mostra por que é considerado um dos jogos mais imprevisíveis da TV brasileira.
Produzido pela Endemol Shine Brasil, o quadro combina emoção, estratégia e suspense, mantendo o público vidrado do início ao fim todas as tardes no Caldeirão.
Classificação Indicativa: Livre