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O Guia Michelin 2026 Brasil anunciou nesta segunda-feira (13) os restaurantes estrelados e recomendados do Rio de Janeiro e São Paulo.
A cerimônia ocorreu no hotel Copacabana Palace, reunindo chefs e profissionais da gastronomia. A edição marcou um momento histórico ao revelar os primeiros restaurantes da América Latina com três estrelas Michelin.
Entre as novidades, os paulistanos TUJU, de Ivan Ralston, e Evvai, de Luiz Filipe Souza, alcançaram a mais alta classificação do guia. O resultado surpreendeu o setor gastronômico e elevou o patamar da culinária brasileira no cenário internacional. Com isso, o Brasil passa a ter representantes no seleto grupo de restaurantes com três estrelas no mundo.
Outros nomes já consagrados mantiveram suas posições de destaque, como o D.O.M., de Alex Atala, o Lasai e o Oro, todos com duas estrelas. Durante as visitas dos inspetores, o guia registrou 149 restaurantes selecionados no total. O levantamento também apontou a inclusão de 12 novas casas no cenário gastronômico deste ano.
Segundo o UOL, na categoria de uma estrela, o chef Claude Troisgros foi um dos destaques ao conquistar reconhecimento com o Madame Olympe, no Rio de Janeiro. A conquista emocionou o chef durante a cerimônia. O número de restaurantes com uma estrela subiu para 19 após as atualizações da edição.
O guia também destacou os restaurantes Bib Gourmand, que oferecem boa relação entre qualidade e preço. Foram seis novas adições, ampliando o total para 44 casas na categoria. Entre os novos nomes estão estabelecimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo que reforçam a diversidade da cena gastronômica.
Na categoria Estrela Verde, voltada à sustentabilidade, permaneceram os mesmos três restaurantes já premiados no ano anterior: A Casa do Porco, Corrutela e Tuju. Além disso, sete novos restaurantes passaram a integrar a lista de recomendados.
O crescimento indica maior atenção à gastronomia responsável e às práticas sustentáveis.
O evento também reconheceu profissionais em categorias especiais. O jovem chef revelação foi Pedro Coronha, do Koral, no Rio de Janeiro. Já o prêmio de sommelier do ano ficou com Robério de Sousa Queiroz, do Maní, em São Paulo. A premiação também destacou o trabalho de serviço e coquetelaria em diferentes restaurantes brasileiros.
Pela primeira vez no país, o guia incluiu reconhecimento para mixologia, premiando Anderson Oliveira, do bar do D.O.M. A iniciativa reforça a expansão dos critérios avaliados pelo Michelin. A cerimônia consolidou o Brasil como um dos polos gastronômicos em ascensão no cenário internacional.
Classificação Indicativa: Livre