Entretenimento

“The Good Doctor” chega à Netflix: confira 4 curiosidades sobre a série médica

Foto: Reprodução/IMDB.
Sucesso na televisão, “The Good Doctor: O Bom Doutor” chega ao streaming e já alcançou o Top 3 de séries mais assistidas da semana  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/IMDB.
Bianca Novais

por Bianca Novais

[email protected]

Publicado em 06/01/2026, às 11h59



Desde a estreia em 2017, "The Good Doctor: O Bom Doutor" se consolidou como um fenômeno mundial na televisão. Agora, a série, que conquistou o público e inúmeros prêmios ao retratar a trajetória de um jovem cirurgião autista em um hospital de prestígio, está disponível na Netflix.

Confira curiosidades pouco conhecidas sobre o mais novo sucesso da plataforma de streaming, segundo o portal Purepeople:

A origem da série

Pouca gente sabe, mas "The Good Doctor" não é uma produção original dos Estados Unidos. A história surgiu na Coreia do Sul, em uma série lançada em 2013. A adaptação ocidental manteve semelhanças importantes com os primeiros episódios do original, especialmente na apresentação do protagonista e de seus desafios iniciais.

O responsável por levar o projeto ao mercado internacional foi o ator e produtor Daniel Dae Kim, que adquiriu os direitos da obra em 2014. Após negativas de diversas produtoras, a ABC aceitou apostar no remake, com apoio criativo do mesmo nome por trás de "House", outro grande sucesso do gênero médico.

Fenômeno na TV estadunidense e brasileira, "The Good Doctor: O Bom Doutor" chegou ao catálogo da Netflix. Foto: Reprodução/IMDB.
Fenômeno na TV estadunidense e brasileira, "The Good Doctor: O Bom Doutor" chegou ao catálogo da Netflix. Foto: Reprodução/IMDB.

O médico que não existiu

A narrativa acompanha Shaun Murphy (Freddie Highmore, "Bates Motel"), um cirurgião com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Síndrome de Savant, que precisa provar diariamente sua competência profissional e humana. Apesar da força emocional da história, o personagem não foi inspirado em um médico real específico, embora situações semelhantes possam acontecer na vida real.

Além do successo

O retrato do protagonista também gerou controvérsia. Parte da comunidade neurodivergente criticou a forma como o autismo é apresentado, apontando uma idealização exagerada. Especialistas chegaram a afirmar que a série cria uma imagem quase “super-heroica”, que pode distorcer a compreensão pública sobre as dificuldades reais enfrentadas por pessoas autistas na sociedade.

Uma personagem que cresceu com o público

Nos bastidores, uma das curiosidades mais comentadas envolve a personagem de Lea, vivida por Paige Spara. Inicialmente pensada para uma participação pontual, ela ganhou espaço fixo após conquistar a audiência.

O teste da atriz, feito de forma improvisada na banheira da casa dos pais, com iluminação precária e internet instável, acabou se tornando uma das histórias mais improváveis do sucesso da série.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp