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Lançada no início de 2026, Amor no Escritório rapidamente conquistou espaço entre as séries mais comentadas da Netflix. Criada por Carolina Rivera, a produção mexicana usa o ambiente corporativo de uma empresa de lingerie para misturar romance, humor e uma crítica direta aos privilégios e à falsa meritocracia no mercado de trabalho, as informações são do Flixlândia.
O episódio final, intitulado Classic Diva, concentra todas as tensões construídas ao longo da temporada. Após intrigas internas, disputas veladas e uma relação marcada por atração e rivalidade, Graciela e Mateo enfrentam o conselho da Sofintim na decisão pelo cargo de CEO.
Graciela se destaca ao apresentar um plano consistente, baseado em experiência prática e anos de dedicação à empresa. Ela simboliza quem precisou trabalhar o dobro para ser levada a sério. Mateo, por sua vez, surpreende ao rejeitar o caminho mais fácil. Reconhecendo seus privilégios como herdeiro do fundador, ele decide abrir mão da disputa e rompe com as expectativas do pai.
Sem grandes discursos, o conselho anuncia Graciela como a nova CEO. A escolha reforça a mensagem central da série: competência e integridade ainda podem prevalecer, mesmo em estruturas marcadas por desigualdades.
Amor no Escritório evita o clichê do romance resolvido dentro da empresa. A série deixa claro que uma relação saudável não sobrevive quando existe hierarquia profissional e competição direta.
No encerramento, Graciela e Mateo se reencontram fora do ambiente corporativo, agora em posições iguais. Longe das pressões do escritório e das disputas de poder, o romance ganha uma nova chance, mais madura e realista.
Até o momento, a Netflix não confirmou oficialmente a renovação da série. Ainda assim, os sinais são positivos. Amor no Escritório já apareceu no Top 10 em diversos países, um fator decisivo para a plataforma considerar novos episódios.
Caso seja renovada, a continuação pode explorar os desafios de Graciela como CEO, o novo rumo profissional de Mateo e, principalmente, como o relacionamento dos dois evolui fora da lógica corporativa.
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