Esportes
A temporada 2026 da Fórmula 1 começa neste fim de semana com o Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, abrindo uma fase marcada por mudanças técnicas e esportivas na categoria.
A corrida em Albert Park será o primeiro teste de um regulamento que promete alterar o equilíbrio competitivo do grid.
Segundo o site Vivente Andante, a nova era da categoria traz carros reformulados e equipes inéditas, sinalizando uma transformação ampla no principal campeonato do automobilismo mundial.
Entre as principais mudanças está a reformulação das unidades de potência. A partir de 2026, quase metade da energia utilizada pelos carros passa a vir da parte elétrica, ampliando o papel da eletrificação na Fórmula 1.
O sistema MGU-H, responsável por recuperar energia do calor do turbo nas gerações anteriores, foi eliminado do regulamento.
Outra novidade é a adoção de combustível 100% sustentável, medida que faz parte da estratégia da categoria para reduzir o impacto ambiental das corridas.
O pacote aerodinâmico também foi redesenhado. A ideia é aumentar a eficiência energética dos carros e facilitar disputas roda a roda, o que pode tornar as corridas mais competitivas ao longo da temporada.
Mesmo antes da largada da temporada, algumas equipes e pilotos aparecem como favoritos nas projeções iniciais. Entre os pilotos, George Russell, da Mercedes, lidera as probabilidades para conquistar o campeonato, com cerca de 25% de chances.
Logo atrás aparecem Max Verstappen, da Red Bull, com aproximadamente 18%, e Charles Leclerc, da Ferrari, com 12%. Lewis Hamilton, companheiro de Leclerc na equipe italiana, surge com cerca de 10% de probabilidade.
No Mundial de Construtores, a Mercedes também aparece como principal candidata ao título, seguida por McLaren e Ferrari.
A temporada também marca a entrada de duas novas equipes na Fórmula 1: Audi e Cadillac. A montadora alemã estreia com Nico Hülkenberg e o brasileiro Gabriel Bortoleto, enquanto a Cadillac chega com Sergio Pérez e Valtteri Bottas.
Bortoleto é o único brasileiro no grid em 2026. Nas projeções iniciais, ele aparece com menos de 1% de chances de título, cenário considerado natural para um piloto que estreia em uma equipe nova.
Classificação Indicativa: Livre