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Relembre as histórias mais marcantes e curiosas da Copa do Mundo de 2026

Foto: Fauzan Saari/Reprodução Unsplash
Do sucesso de Vozinha até as polêmicas entre Donald Trump e a Seleção do Irã, veja os episódios que mais marcaram o público na Copa do Mundo  |   BNews SP - Divulgação Foto: Fauzan Saari/Reprodução Unsplash
Amanda Ambrozio

por Amanda Ambrozio

Publicado em 19/07/2026, às 11h58



A Copa do Mundo de 2026 chega à reta final neste domingo (19), mas, além dos gols e das polêmicas, o torneio também ficou marcado por histórias curiosas, encontros culturais e personagens improváveis que conquistaram torcedores ao redor do mundo.

A competição transformou cidades-sede em pontos de encontro de diferentes culturas e mostrou que o Mundial vai muito além das quatro linhas.

Foto: Magnific
Foto: Magnific

Torcidas adotam cidades e goleiro vira fenômeno nas redes

Segundo a Folha de S. Paulo, em diversas cidades americanas, seleções encontraram verdadeiras "casas" durante o torneio.

Os torcedores escoceses tomaram conta das ruas de Boston ao som das tradicionais gaitas de fole, enquanto bandeiras da Noruega passaram a decorar bairros de Greensboro, na Carolina do Norte.

Outro caso que chamou atenção foi o da Argélia, que conquistou o carinho dos moradores de Lawrence, no Kansas.

Apesar da derrota por 3 a 0 para a Argentina na estreia, a seleção manteve uma forte ligação com a cidade, que abraçou os jogadores durante toda a competição.

Dentro de campo, um dos grandes personagens foi o goleiro Vozinha, de Cabo Verde. Aos 40 anos, ele liderou a surpreendente campanha da seleção africana e se tornou uma sensação nas redes sociais.

Antes do empate histórico contra a Espanha, Vozinha tinha cerca de 50 mil seguidores no Instagram. Pouco depois da partida, o número saltou para milhões.

"Trabalhei a vida toda para este momento. Pensei em desistir, mas continuei por causa desse sonho", afirmou o goleiro após a partida.

Cultura americana e comunidades de imigrantes também entraram em campo

O Mundial também serviu para aproximar visitantes de costumes típicos dos Estados Unidos.

Torcedores estrangeiros aproveitaram a viagem para conhecer atrações pouco conhecidas fora do país, como a rede de postos Buc-ee's e as gigantescas lojas Bass Pro Shops, famosas por reunir equipamentos de pesca, caça e atividades ao ar livre.

Outro destaque foi a força das comunidades de imigrantes espalhadas pelo país. Marroquinos no Queens, haitianos em Miami, franceses em Chicago, bósnios em St. Louis e argentinos em Utah ajudaram a criar um clima de "torcida da casa" para diversas seleções.

A festa também tomou conta do México. O bom desempenho da seleção mexicana levou torcedores a vestirem não apenas familiares e animais de estimação com a tradicional camisa verde.

Até uma imagem do Menino Jesus, em uma catedral na Cidade do México, passou a usar o uniforme da equipe antes das partidas.

Classificação Indicativa: Livre

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