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Veja qual é a marca chinesa que disputa os naming rights do Morumbi

Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC
Empresa asiática demonstra interesse em estampar nome no estádio paulista; São Paulo ainda negocia o futuro da parceria atual  |   BNews SP - Divulgação Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC
Amanda Ambrozio

por Amanda Ambrozio

Publicado em 07/05/2026, às 15h00



O São Paulo já se movimenta nos bastidores para definir o futuro dos naming rights de seu estádio para a temporada de 2027.

O atual vínculo com a Mondelez, que rebatizou o Cícero Pompeu de Toledo como MorumBIS, chega ao fim em dezembro deste ano, abrindo caminho para novas negociações ou a renovação da parceria.

De acordo com informações do Terra e do jornalista Jorge Nicola, do R7, a diretoria são-paulina tem como objetivo principal a manutenção do acordo atual.

A avaliação interna é extremamente positiva: o projeto não apenas garantiu um aporte financeiro robusto, mas também gerou uma exposição de marca orgânica e criativa, sendo amplamente abraçada pela torcida e pelas redes sociais através do trocadilho com o nome do chocolate.

Foto: Reprodução/X/@SaoPauloFC
Foto: Reprodução/X/@SaoPauloFC

Interesse da BYD

Apesar da preferência pela continuidade, o Tricolor se mostrou um alvo atraente no mercado. A gigante chinesa BYD, líder no setor de veículos elétricos, sinalizou interesse em assumir os naming rights do estádio.

A proposta da montadora seguiria a lógica lúdica atual, sugerindo uma adaptação para "MorumBYD".

A sondagem demonstra a força comercial do estádio, que hoje é um dos principais hubs de eventos e shows na capital paulista.

Mudanças no marketing

Mesmo com propostas na mesa, o São Paulo adota cautela. A previsão é que o clube não deve selar o novo contrato imediatamente.

O departamento de marketing passa por uma fase de transição após a saída de Eduardo Toni, que ocupava o cargo desde o início da gestão de Julio Casares. Toni pediu desligamento após reuniões com o presidente Harry Massis Júnior.

A saída ocorre em meio a desgastes políticos gerados por questionamentos internos sobre o patrocínio da Unimed.

Segundo bastidores, a polêmica envolveu o pagamento de R$ 4 milhões a uma empresa intermediária, o que gerou pressão no conselho do clube.

O São Paulo busca um novo nome para liderar a pasta e finalizar as negociações do estádio, com foco em maximizar as receitas para 2027.

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